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  QUALIDADE DA ÁGUA DO MANANCIAL SUBTERRÂNEO EM ÁREAS URBANAS DE INAJÁ (PE)
04/05/2017
QUALIDADE DA ÁGUA DO MANANCIAL SUBTERRÂNEO EM ÁREAS URBANAS DE INAJÁ (PE)

Área(s) de Atuação que o Presente Artigo trata
Biologia
Meio Ambiente e Biodiversidade
Arborização Urbana
Educação Ambiental
Gestão Ambiental
Gestão de Recursos Hídricos e Bacias Hidrográficas
Licenciamento Ambiental
Saneamento Ambiental


 

 

AUTARQUIA DE ENSINO SUPERIOR DE ARCOVERDE

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE ARCOVERDE

LICENCIATURA PLENA EM CIÊNCIAS BIOLOGICAS

 

QUALIDADE DA ÁGUA DO MANANCIAL SUBTERRÂNEO

EM ÁREAS URBANAS DE INAJÁ (PE)

 

 

Dione Maria da Silva 1

Leodomiro Bezerra Resende Neto1

 

 

 

RESUMO

 

A questão ambiental assumiu grande importância no contexto nacional e internacional desde a última década. A água representa o nutriente de mais baixo custo, e entre as diferentes maneiras de se adquirir água, podemos destacar aquelas provenientes de fontes subterrâneas, como poços, os quais têm sido cada vez mais utilizados para o consumo humano. O objetivo deste estudo foi avaliar a qualidade da água do manancial subterrâneo, utilizada para consumo humano, captada através de poços localizados em áreas da zona urbana do município de Inajá – PE, através da avaliação do pH, Salinidade e presença de coliformes fecais. Para tanto foram coletadas e analisadas três amostras de água de cada um dos seis principais poços que abastecem a zona urbana do referido município. Utilizando-se os aparelhos Meter Ph-009 Medidor Digital e Reflatômetro para determinação do pH e salinidade, e a detecção de coliformes foi realizado segundo procedimento operacional padrão estabelecido pela Secretaria Estadual de Pernambuco, verificou-se que os níveis de pH e salinidade de todos os poços estão dentro dos padrões de potabilidades recomendados na Portaria 2.914/11, para o consumo humano, no entanto constatou-se a contaminação de 66,4% dos poços analisados por coliformes totais e fecais, não atendendo os padrões de potabilidade estabelecido pelo Ministério da Saúde, representando um risco para a Saúde humana.

 

 

 

 

Palavras-Chave: Poços subterrâneos; qualidade da água; consumo humano.

 

 

 

1Graduandos em Biologia  pela Autarquia de Ensino Superior de Arcoverde – AESA/CESA, Email: andreyanesabrina2008@hotmail.com, leoinaja@hotmail.com

 

  

1 INTRODUÇÃO

 

Desde a última década do século XX, a questão ambiental assumiu grande importância no contexto nacional e internacional, com o envolvimento direto de instituições de pesquisa, organizações governamentais e da sociedade de um modo geral que visa na preservação dos recursos naturais. É fato que alguns pontos tornam-se cada vez mais explícitos e indispensáveis, como a necessidade de metodologias que forneçam subsídios para o planejamento e tomada de decisões mais precisas, adequadas e ágeis, porém com visão mais efetiva quanto à incorporação do componente ambiental no processo, contemplando num futuro próximo a rastreabilidade da “pegada hídrica” nos sistemas de produção (HOEKSTRA et al., 2011).

            Segundo Melo (2014), do ponto de vista econômico, a água representa o nutriente de mais baixo custo, porém fisiologicamente é essencial no metabolismo orgânico. Entre as diferentes maneiras de se adquirir água, podemos destacar aquelas provenientes de fontes subterrâneas, como poços, e estas têm sido cada vez mais utilizados para o consumo humano (BLANK et al., 2010). Esse tipo de abastecimento gera preocupação, principalmente por estarem, muitas vezes, próximos de locais onde são descartados dejetos humanos.

Conforme a Portaria 2.914 do Ministério da Saúde, recomenda-se que, no sistema de distribuição, o pH da água esteja na faixa entre 6,0 e 9,5. O padrão microbiológico da água para consumo humano é considerado bom ou adequado quando ausentes das amostras analisadas, em 100 mL, de coliformes fecais, já o valor permitido para o Sódio CAS(1)) 7440-23-5 em é 200 mg/L (BRASIL, 2011).

Lucas et al. (2010) ressaltam que a análise bacteriológica surge como uma importante ferramenta ao reconhecimento da qualidade da água para consumo. A poluição dos corpos hídricos indica que essas não estão sendo utilizadas corretamente, e que uma das fontes de contaminação que altera a qualidade da mesma são os esgotos domésticos (ZAMPIERON et al., 2012).

            Apesar da crença popular de que a água subterrânea está protegida contra diversas formas de contaminação, os cientistas estão descobrindo poluição em aquíferos em todos os continentes, tanto nas proximidades de lavouras, quanto de fábricas e cidades (QUEIROZ, 2004).

           

NOTAS

(1) CAS é o número de referência de compostos e substâncias químicas adotado pelo Chemical Abstract Service.

            Diante do exposto, o objetivo deste estudo foi avaliar a qualidade da água do manancial subterrâneo, utilizada para consumo humano, captada através de poços localizados em áreas da zona urbana do município de Inajá – PE, através da avaliação do pH, Salinidade e presença de coliformes fecais.

 

2 METODOLOGIA

 

            2.1 Delimitação da área de estudo

 

O município de Inajá encontra-se localizado no Sertão Pernambucano, na microrregião do Moxotó, a uma distância de 383 km da capital do estado Recife, apresenta uma população de 19.081 habitantes, sendo que a população urbana é de 7.958 (41,71%) (IBGE, 2010). Inajá está situada sobre a Bacia do Jatobá, tem uma grande quantidade de poços artesianos tanto na Zona Urbana, quanto na Zona Rural.

 

Para o desenvolvimento deste estudo foram selecionados seis dos principais poços que abastecem a zona urbana do referido município, os quais estão localizados em diferentes pontos da cidade.

            A amostra d’água de cada poço foi submetida à análise para determinação química do seu pH, e salinidade e avaliação biológica a partir de estudos microbiológicos.

 

            2.2 Coleta da amostra de água

 

            Foram selecionados seis dos principais poços que abastecem a zona urbana do município de Inajá, no intuito de abranger o centro e as extremidades do mesmo conforme apresentado na tabela 1.

 

Tabela 1: Localizações dos poços selecionados para estudo na cidade de Inajá - PE.

POÇOS

                        BAIRRO

COORDENADAS

Poço 01

Rua Vicente Silvério –Centro – Próximo a fábrica de refrigerante Hiran.

 

-8º.89.953’S   -37º.82.300’O

Poço 02

Rua Antonio Mauricio - Alto do Jorro – Próximo a subestação da CELPE.

-8º.89.924’S   -37º.83.252’O

Poço 03

Avenida Tenente Domingos Gomes – Próximo ao Hotel Seara.

-8º.90.111’S   -37º.82.112’O

Poço 04

Rua João Ferreira–Enjeitado – Próximo a Escola Municipal João Ferreira.

-8º.90.737’S   -37º.82.460’O

Poço 05

Rua da Caixa d’água– Centro – Próximo a CAGEP.

-8º.90.111’S   -37º.83.000’O

Poço 06

Rua Um–Cohab – Próximo ao Posto de Combustível de Tena.

-8º.90.747’S  - 37º.83.011’O

            Em cada poço selecionado foram coletadas três amostras de água, nas quais foram realizadas as seguintes análises:

 

            2.3 Determinação do pH

            Para determinação do pH das amostras d’água, foi utilizado o aparelho Meter Ph-009 Medidor Digital, previamente calibrado com Soluções tampão padrão de pH 4,0 e 6,86. Dos poços foram coletadas alíquotas de 200 ml em recipiente de igual volume, e em seguida determinado o pH de cada amostra.

 

 

           

            2.4 Determinação da Salinidade

            A determinação da salinidade foi realizada utilizando-se um refratômetro. As análises foram realizadas em todos os poços a partir de uma alíquota de 200 ml de água. Desta foram adicionadas duas gotas, com auxilio de pipeta Pasteur, no prisma do aparelho e em seguida registrados os valores de cada leitura.

 

 

 

O refratômetro portátil para determinação da salinidade é um equipamento destinado a medir a concentração exclusiva de água salgada ou salmoura em uma solução. Para permitir uma ampla gama, a medição é dada em duas escalas, uma é a escala de Peso específico, a outra é a escala ppm (partes por milhão). O valor da medição é dado na linha que está localizada entre a cor azul e branca da escala do refratômetro, sendo o lado esquerdo a leitura de peso específico e o lado direito a leitura em % ppm.

              

            2.5 Estudos Microbiológicos

            Para a análise microbiológica de amostras d’água coletadas em bolsas plásticas, foi adotado o procedimento operacional Padrão determinado pela Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco, na seguinte ordem:

2.4.1       Lavar as mãos e fazer assepsia com álcool 70%;

2.4.2       Numerar a bolsa de coleta (tarja branca) e a ficha do sistema de coleta correspondente com o número da amostra, do ponto de coleta e data da coleta:

2.4.3       Higienizar a torneira/saída de água com álcool 70%:

2.4.4       Abrir a torneira, deixando a água escoar por cerca de 3 a 5 minutos;

2.4.5       Ajustar a abertura da torneira em fluxo baixo de água;

2.4.6       Efetuar as coletas nas seguintes sequências:

2.4.6.1 Destacar a parte superior através do picote;

2.4.6.2 Abrir o saco de coleta (figura 5) com o auxílio das fitas laterais de cor branca, puxando-as ao mesmo tempo;

 2.4.6.3 Coletar a amostra, evitando tocar as paredes laterais do saco nas bordas da torneira;

2.4.6.4 Pressionar as laterais do saco de coleta para retirar o ar presente;

2.4.6.5 Dobrar 2 vezes a parte superior. Segurar o saco firmemente pelas bordas laterais;

2.4.6.6 Girar o saco, sobre si mesmo, até que o mesmo fique bem rígido (2 a 4 voltas);

2.4.6.7 Dobrar as pontas do saco, no sentido contrário ao qual o mesmo foi girado, fixando um ao outro para que fique bem fechado.

2.4.6.8 Acondicionar adequadamente as amostras na caixa térmica com gelo utilizando o fundo de garrafa PET.

            A coleta foi realizada  no dia 20 de outubro de 2015, tendo inicio a parti das  5:00 e encerrando ás 7:00 da manhã do mesmo dia. Após finalizado a coleta  as amostras foram devidamente acondiconadas em caixa isotérmica e transportados para o laboratório da VI GERES, onde procedeu- se com as análises microbiológicas.

 

 

 

3 RESULTADOS

3.1 Determinação do pH

A determinação do pH para todos as amostras analisadas apresentou valores que estão de acordo com os parâmetros estabelecidos pela Portaria 2.914 de 2011 do  Ministério da Sáude (BRASIL, 2011), para 100% dos poços analisados, a qual determina que a água destinada, ao abastecimento para o consumo humano, após tratamento adequado, deve apresentar um pH entre 6,0 e 9,0 (Tabela 2).

A amostra de água do poço 6 (tabela 2) foi a que apresetou menor valor de pH dentre todos os outros avaliados, com caráter ligeiramente mais ácido. Provavelmente este fato esteja relacionado ao gosto metálico apresentado pela água desse, em horários de maior temperatura, como relatam os usuários da mesma, isso por que a temperatura é um fator que influência em vários processos que ocorrem nos corpos d´água,  como a cinética das reações químicas por exemplo.

  

Tabela 2. Valores do pH das amostras de água coletadas dos principais poços destinados ao consumo humana no municipio de Inajá - PE.

POÇO                                             

VALOR DO pH

01

7,6

02

7,4

03

7,2

04

6,8

05

7,3

06

6,2

 

O pH representa a concentração de íons hidrogênio (H+), fornecendo uma indicação das condições de acidez, neutralidade e basicidade da água. É um parâmetro de caráter operacional importante que deve ser acompanhado para otimizar os processos de tratamento da água. Nas estações de tratamento, são várias as unidades cujo controle envolve as determinações de pH, como por exemplo, a desinfecção pelo cloro. Em meio ácido, a dissociação do ácido hipocloroso formando hipoclorito é menor, tornando o processo mais eficiente. Sabe-se que as águas ácidas são corrosivas, ao passo que as alcalinas são incrustantes. Desse modo, o pH da água final deve ser controlado, para que os carbonatos presentes sejam equilibrados e não ocorra nenhum dos dois efeitos indesejados mencionados. (COMPANHIA AMBIENTAL DO ESTADO DE SÃO PAULO, 2010).

Este é um dos indicativos mais importantes de monitoramento de recursos hídricos superficiais ou subterrâneos. A acidez exagerada pode ser um indicativo de contaminações, enquanto o excesso de solubilização de sais também pode tornar a água imprópria para consumo devido à elevada dureza.

3.2  Salinidade

Nas amostras analisadas, os dados obtidos mostraram valor de 0% ppm (partes por milhão), para todas as análises realizadas, tais valores podem ser considerados adequados para água destinada ao consumo, segundo normas estabelecidas pela Portaria 2.914 do Ministério da Saúde, que consideram os valores de salinidade de até 200 mg/L, aceitáveis para água destinada ao uso da população (BRASIL, 2011).

            3.3 Estudos Microbiológicos

            Os resultados bacteriológicos, das amostras de água, revelaram o número mais provável de coliformes presentes em cada 100 mL de água.

            As análises Microbiológicas das amostras de água, apresentaram os seguintes resultados: os poços 01 e 02 (33,4%) mostraram ausência de coliformes, os poços 03, 04, 05 e 06 (66,6%) apresentaram presença de Coliformes totais. Sendo que os poços 04, 05 e 06 tiveram ainda presença de Escherichia coli, (tabela 3), significando contaminação dos mesmo por material fecal.

 

Tabela 3. Valores das análises Microbiológicos de amostras de água coletadas dos principais poços destinados ao consumo humana no municipio de Inajá - PE.

POÇO                                            

                               RESULTADO

 

Coliforme totais

E. coli

01

Ausência

Ausência

02

Ausência

Ausência

03

Presença

Ausência

04

Presença

Presença

05

Presença

Presença

06

Presença

Presença

 

 

 

       

            A parti dos resultados apresentados na tabela 3, pode-se observar que os poços 3, 4, 5 e 6 apresentaram nas amostras analisadas presença de coliformes totais, sendo portanto inadequadas para o consumo humana, pois conforme a portaria 2.914/2011 (BRASIL, 2011), em fontes individuais como poços, não são permitidas a presença de coliformes fecais ou organismos em 100 ml da água.

            Os resultados de alguns poços podem estar relacionados a falta de qualquer forma de tratamento da água, disponibilizada a população pelo município de Inajá – PE, onde a distribuição é feita diretamente dos poços para as residências.  Algumas encanações estão próximas a rede de esgoto, e esse fator pode favorecer a contaminação do mesmo por microrganismo patogênicos.

            O município não conta ainda com sistema de tratamento de esgoto, e os dejetos são despejados livremente no Rio Moxotó. De acordo com o Censo Demográfico 2010 do IBGE, o município de Inajá possui mais de 50% das residências com fossa rudimentar favorecendo assim contaminação dos lençóis freáticos pelos dejetos.

 

O consumo de água contaminada por agentes biológicos ou fisioquímicos tem sido associado a diversos problemas de saúde. Algumas epidemias de doenças gastrointestinais, por exemplo, têm como veículos de transmissão a água contaminada. Essas infecções representam causa de elevada taxa de mortalidade em indivíduos com baixa resistência, atingindo especialmente idosos e crianças menores de cinco anos (ORGANIZACION PANAMERICANA DE LA SALUD, 2000).

            Como Inajá não possui concessionária de água, a Prefeitura é responsável pelo abastecimento de algumas localidades do município, sendo outras abastecidas por poços particulares. Todos os poços estão sem cloração e uma parte da população está consumindo essa água, nenhuma água deve ser consumida sem que atenda a esses referidos padrões. Na eventual ocorrência de quaisquer concentrações de coliformes totais, o ponto de consumo deve ser interditado e devem ser adotadas as medidas de higienização e desinfecção do mesmo. Em seguida, uma nova análise deve ser realizada para que se tenha a certeza de que os procedimentos surtiram os efeitos desejados.

4 CONCLUSÃO

            Dentro os parâmetros de qualidades da água avaliados nas amostras dos principais poços da zona urbana do municipio de Inajá - PE, apenas o pH e a salinidade apresentaram valores adequados dentro do padrão para o consumo humana.

            Aprovavel contaminação do lençol por dejetos lançados nos rios próximos pode ter contribuido para a presença de coliformes totais nas amostras de água dos mesmos,tornando-as imprópira para o consumo segundo a portaria 2.914 de 2011 do Ministério da Saúde, por apresentar risco e agravo a saúde humana.

            Apenas os poços 01 e 02 não revelaram presença de coliformes, em suas amostras analisadas. Sua localização distante do centro urbano pode ter sido um fator de fundamental e importe para esse resultado.

            Diante dos dados, faz necessário que seja realizado o tratamento das água de forma adequada, tanto por parte dos responsaveis legais quanto por parte da população que a consome, vale salientar que esse é o primeiro estudo de análise de qualidade de água realizado no municipio Inajá – PE e um dos poucos desenvolvidos no estado.

 

 


 

REFERÊNCIAS

 

 

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