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  INTERVENÇÃO EDUCACIONAL CONTRA OS VETORES DA DENGUE
07/03/2013
atualizado em: 28/09/2018

FRANCISCO ROGERIO TEIXEIRA
SP - MOGI-GUAÇU
Intervenção Educacional no combate aos vetores da dengue. Trabalho publicado nos Anais da "7th International Conference on Urban Pests" (ICUP2011), em Ouro Preto, MG. 2011.

Área(s) de Atuação que o Presente Caso trata
Biologia
Meio Ambiente e Biodiversidade
Controle de Vetores e Pragas
Educação Ambiental
Saúde
Controle de Vetores e Pragas


" GINCANA ESCOLA CIDADÃ - TODOS CONTRA A DENGUE " - AN OFFICIAL CAMPAIGN INTEGRATING SOCIETY SECTORS TO PREVENT DENGUE IN MOGI GUAÇU, SP, BRAZIL.

AUTORES: Francisco Rogério Teixeira¹, Cristiana Folchetti M. Ferraz2 e Carlos Rodrigo Módena3

Coordenador de Projetos Ambientais - Secretaria de Educação (Biólogo); 2Epidemiologia - Secretaria de Saúde (Bióloga); 

Projetos - Secretaria de Educação (Filósofo).

bio.teixeira@hotmail.com.br 1ss-dengue@mogiguacu.sp.gov.br2

secarlosmodena@mogiguacu.sp.gov.br 3 

 INTRODUÇÃO

Epidemias de dengue acompanham altas taxas de infestação pelo vetor, o controle é a principal forma de prevenção. Segundo pesquisas recentes, a adaptabilidade do vetor a novos ambientes, sua resistência a larvicidas e adulticidas e o efeito tóxico de muitos inseticidas ao homem e ao meio ambiente dificultam seu controle. Estudos mostram que a melhor forma de prevenção à dengue é a educação, ferramenta primordial na construção do conhecimento. O nosso objetivo foi fazer uso de atividades educativas integradas, mobilizando toda comunidade estudantil e integrando os setores públicos e privados, por meio de uma “gincana contra a dengue”, composta por atividades educativas lúdicas, coleta seletiva e eliminação dos criadouros e monitoramento dos vetores com pneus-armadilha. A Gincana foi realizada com 24 Escolas de Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino de Mogi Guaçu, SP. Os criadouros recolhidos eram acondicionados e transportados para reciclagem, obedecendo às regras de coleta seletiva. As armadilhas foram inspecionadas semanalmente, e os dados, positivos e/ou negativos para presença de larvas, foram enviados à Secretaria de Saúde que direcionou ações de controle. Foram coletadas precisamente 11,4 toneladas de criadouros potenciais, o que corresponde à aproximadamente 380 m³ de criadouros de mosquito eliminados do ambiente. Concluímos que a educação é um importante e ativo meio de intervenção no combate à dengue, mas as avaliações mostraram que é preciso adotar ações mais ofensivas contra os vetores do dengue, pois mesmo com a eliminação de criadouros e o direcionamento de ações de controle, não houve uma diferença significativa na diminuição dos casos confirmados de dengue.

 

PALAVRAS-CHAVE: pneus-amadilha, educação, monitoramento, arboviroses, saúde, Aedes aegypti.

INTRODUÇÃO

O mosquito Aedes aegypti (família culicidae) é a principal espécie responsável pela transmissão do vírus da dengue. De coloração preta, com listras e manchas brancas, é um mosquito adaptado a viver no ambiente antrópico. Com atividade hematofágica diurna a fêmea do Aedes aegypti se utiliza preferencialmente de depósitos artificiais de água para colocar os seus ovos, os quais têm uma alta capacidade de resistir à ação dos raios solares, mantendo-se ativos na ausência de água por até 450 dias (Natal, 2002), e têm condições de se adaptarem aos mais diversos ambientes – “adultos já foram encontrados em altitudes elevadas e larvas em água poluída” - (Tauil, 2002).

Foi na África, continente de origem do homem, que a dengue, então mencionada no dialeto suaíle do leste africano como Ki denga pepo, foi descrita pela primeira vez. Lá, há muito se conhece a expressão para descrever uma enfermidade que atingia as pessoas causando dores fortíssimas de cabeça e inchaços nas articulações. Depois desse registro a doença foi também registrada na Filadélfia (EUA) em 1780 (Andrade, 2010).

Trazida pelos navios negreiros, juntamente com seu vetor, a doença foi chamada pelo epidemiologista americano, Dr. Benjamin Rush, de brake bone fever (febre-do-quebra-ossos), devido aos sintomas que produzia.

A dengue é uma doença infecciosa e seu vetor visto à sua grande adaptação em proximidades aos ambientes urbanos, fez com que esta enfermidade se tornasse, nos últimos anos, um grave problema de saúde pública no Brasil o qual, por ser um pais tropical, suas condições climáticas, aliadas ao modo de organização urbana, favorecem sua proliferação (Caregnato et al, 2008).

Epidemias de dengue estão ligadas a altas taxas de infestação pelo Aedes aegypti, e o combate a este vetor é o único elo passível de intervenção no controle da doença. A dengue clássica e a dengue hemorrágica são as duas formas básicas que essa doença pode apresentar, tem sido as mais importantes arboviroses humanas e, segundo Avendanha (2006), o vírus dengue, agente etiológico da dengue, depende de seu vetorpara completar seu ciclo clássico ‘homem – vetor – homem’.

Até o momento, segundo Andrade (2010), não existe vacina nem tratamento específico para a doença e, devido à grande complexidade do ambiente antrópico, faz-se necessário repensar as estratégias de controle dos vetores, já que muitas das utilizadas na atualidade são inócuas e inseguras no combate ao Aedes aegypti e Aedes albopictus.

O combate ao principal vetor do dengueAedes aegyptisegundo Tauil (2002), encontra, atualmente, um novo ponto crítico: a resistência crescente dos insetos aos larvicidas e adulticidas de uso habitual nas atividades de controle. O mosquito, já há muitos anos, apresentava resistência aos inseticidas organoclorados e, para Andrade (2009), o grupo dos Organoclorados (DDT e BHC) está fora de uso devido à sua ação inespecífica e sua estabilidade no ambiente após sua aplicação.

Uma alternativa no controle químico seria o uso dos organofosforados, pois são bem mais seletivos que os organoclorados (Andrade, 2009), mas Tauil (2002), diz que muitos pesquisadores estão relatando resistência das larvas e dos adultos aos inseticidas organofosforados e dos adultos aos piretróides (inseticida natural extraído das flores dos crisântemos). O mesmo se observa nos trabalhos de Campos e Andrade (2003), ao relatarem resistência a organofosforado e piretróides em Culex quinquefasciatus.

Andrade (2009), em seu curso: “Educação Para o Manejo Integrado dos Vetores da Dengue” relata que uma nova geração dos produtos químicos, os Reguladores de Crescimento, os quais, na verdade, desregulam o desenvolvimento do inseto, impedindo suas mudas (ecdises), agindo de forma análoga aos hormônios juvenilizantes e interferindo no metabolismo da quitina, são bastante seletivos e têm bom efeito residual, mas infelizmente não estão disponíveis no Brasil para uso em saúde pública.

Segundo Medronho (2006), o mecanismo de produção da doença demanda a adoção de políticas integradas entre diversos setores, pois, a dengue é um problema de saúde pública e, como tal, deve-se ter em mente que a doença, embora se expresse na área da saúde, não é um problema especifico desse setor e sim de toda comunidade.

A área da educação vem desenvolvendo trabalhos interessantes, mas segundo Brassolatti e Andrade (2002), poucos projetos educativos são avaliados do ponto de vista entomológico, quanto à redução de criadouros ou o efeito na dinâmica populacional do mosquito. Neste contexto, uma alternativa para o controle dos vetores da dengue, foi fazer uso de atividades educativas integradas mobilizando toda comunidade estudantil por meio de uma “gincana contra a dengue”, composta por atividades de identificação, coleta seletiva e eliminação dos criadouros, monitoramento dos vetores com pneus armadilha, entre outras atividades educativas, visando a sensibilização quanto ao risco de se contrair dengue.

OBJETIVOS GERAIS

Pensando na complexidade de se combater o mosquito transmissor do dengue, devido sua alta capacidade de adaptação aos diversos ambientes antrópicos, a proposta primeira de nosso trabalho foi integrar 24 EMEF (Escola Municipal de Ensino Fundamental), a SUCEN (Superintendência de Endemias), Secretaria Municipal de Saúde e a ECOPALLET’s (empresa de reciclagem privada) em uma atividade de educação e sensibilização ambiental, fazendo-se uso de atividades integradas no sentido de informar à comunidade estudantil, eliminar criadouros do ambiente encaminhando-os para reciclagem, monitorar a ocorrência dos mosquitos vetores, notificar as equipes de saúde a direcionarem ações de controle e assim realmente reduzir os riscos de se contrair o vírus da dengue.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Integrar órgãos públicos e privados no combate aos vetores da dengue;

Sensibilizar a comunidade estudantil (professores, diretores, jardineiros, alunos, pais de alunos, etc.) quanto ao risco de se contrair dengue;

Eliminar possíveis criadouros do ambiente e encaminhar para reciclagem;

Monitorar os vetores da dengue para direcionamento de ações de controle.

MATERIAL E MÉTODOS

Para a realização de um trabalho sério e consciente, professores da rede municipal de ensino, foram capacitados por um curso de extensão universitária promovido pela UNICAMP, o qual teve como título “Educação para o Manejo Integrado dos Vetores da Dengue”.

Composta por sete provas (Tabela 01) divididas em dois níveis (N. I – 1º ao 5º ano e N. II – 6º ao 9º ano), a Gincana foi realizada com 24 EMEF da Rede Municipal de Ensino.

Para elaboração e avaliação das provas contamos com o apoio do Instituto de Biologia - Zoologia da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Secretaria Municipal de Saúde e SUCEN.

Os criadouros foram recolhidos semanalmente, de maio a setembro de 2010, os quais eram acondicionados e transportados para reciclagem, obedecendo às regras de coleta seletiva.

As armadilhas de monitoramento (pneus-armadilha) foram instaladas em sete EMEF e, professores treinados, eram responsáveis pela análise e manutenção das armadilhas. As mesmas eram inspecionadas semanalmente, de maio a setembro, com exceção do mês de julho, devido às férias escolares, para verificação da existência de larvas de Aedes spp.

RESULTADOS

Conseguimos coletar precisamente 11.394,7 toneladas de material, o que corresponde à aproximadamente 380 m³ de criadouros de mosquito eliminados do ambiente no período de três meses, considerando que no mês de julho as atividades foram interrompidas devido às férias escolares.

O monitoramento dos vetores foi uma importante ferramenta na localização de focos do mosquito, de maneira que tais dados foram encaminhados à secretaria de saúde e o departamento de combate à dengue direcionava ações de controle.

Mesmo com todas as ações educativas e técnicas utilizadas no combate ao mosquito vetor, notamos que não houve diminuição na densidade larvária do mesmo quando comparamos os dados, dos anos anteriores, fornecidos pela secretaria de saúde. Notamos até que houve certo aumento em determinadas áreas.

Porém, como podemos observar no Gráfico 01, há um maior aumento nos índices de Breteau nos setores onde não houve o monitoramento com pneus-armadilha.

A intervenção educacional permitiu a sensibilização de aproximadamente 11.350 alunos em toda a Rede de Ensino Fundamental do Município de Mogi Guaçu, SP.

DISCUSSÃO

Os resultados obtidos mostraram que a Secretaria de Educação aliada à Secretaria de Saúde, SUCEN e ECOPALLET’s, contando também com o apoio do Departamento de Zoologia, Instituto de Biologia/UNICAMP, mostrou que para obtermos êxito ao combate à dengue, devemos unir forças junto à iniciativa privada e setores públicos, pois a intervenção educacional unida aos setores públicos e privados, mobilizou toda comunidade estudantil proporcionando a eliminação de um número considerável de criadouros do mosquito vetor do ambiente. O monitoramento realizado foi muito importante ao direcionamento de ações de controle, confirmando o trabalho de Medronho (2006), quando ele diz que o “mecanismo de produção da doença requer a adoção de políticas integradas entre diversos setores e não apenas a saúde...”.

Podemos afirmar que a criança quando acredita e realmente nota a seriedade do trabalho em que está inserida, se envolve na causa e é persistente mostrando-se um importante agente na luta contra os vetores do dengue. Assim, como salientam Brassolatti e Andrade (2002), quando dizem que as crianças, especialmente as estudantes, formam classicamente um excelente canal para a introdução de novos conceitos à comunidade, pelo fato de serem membros permanentes desta, e por estarem com o cognitivo em formação.

Rangel-S (2007), ressalta que as práticas de comunicação, educação e mobilização social devem estar vinculadas, como estratégias da promoção da saúde, a um conjunto ampliado de ações intersetoriais, sejam de natureza econômica (p.ex. controle da produção de descartáveis), jurídica (p.ex. responsabilização das indústrias pelo destino final), política e social. O que mostra que estamos no caminho certo integrando vários setores no combate ao Aedes aegypti.

Para Andrade (2002), poucos trabalhos educativos são avaliados do ponto de vista entomológico, quanto à diminuição de criadouros ou o efeito na dinâmica populacional do mosquito – o que foi nosso foco de trabalho o qual será avaliado em pesquisa futura.

Muitos trabalhos são apenas informativos, mas o que se pretende com os trabalhos educativos não é informar as pessoas sobre a dengue, para que simplesmente fiquem informadas, o objetivo da educação deve ser sensibilizar através da informação e ação, para que as pessoas mudem de atitude e se protejam da doença. 

Vale lembrar que muitas campanhas contra dengue têm sido um tanto “românticas demais”. Precisamos de campanhas mais impactantes, mais objetivas e verdadeiras quanto ao risco e consequências de se contrair o dengue. O Brasil, segundo Teixeira (2002), há muitas décadas desenvolve programas de combate ao mosquito transmissor do dengue, entretanto, observa-se desde o início dos anos oitenta uma expansão geográfica da infestação do seu território e circulação progressiva e intensa deste vírus, com registro de grandes epidemias e de transmissão endêmica em diferentes centros urbanos.

CONCLUSÕES

Concluímos, por meio deste projeto, que:

Tornar possível o controle dos vetores da dengue depende de uma ação coletiva de órgãos públicos e privados, pois os mosquitos com sua capacidade adaptativa aos diversos tipos de ambiente, vão se estabelecer e consequentemente haverá aumento na população da espécie e só mesmo operações muito drásticas no comportamento humano é que irão produzir mudança.

Trabalhar com comunidade estudantil é um importante e ativo meio de intervenção no combate à dengue, mas os trabalhos educativos devem ser contínuos, objetivando o monitoramento da densidade vetorial para direcionamento de ações de controle e empenho na eliminação dos POUCOS e FORTES criadouros do mosquito transmissor, evitando desta forma, um aumento na densidade populacional dos vetores da dengue, pois são os POUCOS e FORTES criadouros o que mantêm as populações e as epidemias e não os MUITOS e FRACOS criadouros.

AGRADECIMENTOS

Queremos aproveitar o momento e dedicar este trabalho ao nosso amigo Dr. Carlos Fernando S. Andrade (Prof. Fernando) do Departamentoto de Zoologia, Instituto de Biologia/UNICAMP, um entusiasta com relação ao meio ambiente e a sua preservação, que nos deu muita força com dicas e esclarecimentos técnicos, colaborando muito para o sucesso de nosso trabalho.

Às amigas Adriana Sanvido (Bióloga), Juliana Zanco Leme (Professora de língua portuguesa) e Estela Dalva (professora de lingua inglesa), pela atenção na revisão e tradução deste trabalho.

 

BIBLIOGRAFIA

Andrade, CFS, e Cabrini, I 2010. Estratégias inócuas, estrambólicas ou inseguras para o controle do vetor da dengue. Revista Vetores & Pragas, Rio de Janeiro, RJ, 10p. http://www.sfrancisco.com.br/ALBUM/ART_REVISTA_VETOREEPRAGAS.PD (01 de Março de 2011).

Andrade, CFS 2002. Palestra “O papel da sociedade no controle da dengue”. Biológico, São Paulo, v.64, n.2, p.213 215.  

http://www.biologico.sp.gov.br/docs/bio/v64_2/andrade.pdf   (01 de Março de 2011).

Avendanha, JS 2006. Monitoramento vetorial e do vírus dengue, Belo horizonte, MG. Dissertação (Mestrado) Universidade Federal de Minas Gerais. Escola de Veterinária. 42p. http://www.bibliotecadigital.ufmg.br/dspace/bitstream/1843/MASA-7BANH6/1/disserta_ao_jer_nimo_s_rgio_avendanha.pdf  (14 de Outubro de 2010).

Brassolatti, RC e Andrade, CFS 2002. Avaliação de uma intervenção educativa na prevenção da dengue. Ciência e saúde coletiva vol.7 no.2. p.243-251. http://www.scielosp.org/pdf/csc/v7n2/10244.pdf  (23 de janeiro de 2011).

Caregnato, FF, Fetzer, LO, Weber, MA e Guerra, T 2008. Educação Ambiental como estratégia de prevenção à dengue no bairro do Arquipélago, Porto Alegre, RS, Brasil. Revista Brasileira de Biociências, Porto Alegre, v. 6, n. 2, p. 131 136. http://www6.ufrgs.br/seerbio/ojs/index.php/rbb/article/view/906/782  (23 de Janeiro de 2011).

Medronho, R.A 2006. Dengue e o Ambiente Urbano. Revista brasileira de epidemiologia. São Paulo, SP, vol.9 no.2 p.159-161. http://www.scielosp.org/pdf/rbepid/v9n2/02.pdf  (03 de Dezembro de 2010).

Medronho, R.A 2008. Dengue no Brasil: desafios para o seu controle. Cadernos de Saúde Pública Rio de Janeiro, RJ, vol.24 n5, 948p. http://www.scielosp.org/pdf/csp/v24n5/01.pdf  (04 d3 Janeiro de 2010).

Natal, D 2002.  Palestra Bioecologia do Aedes aegypti. Palestra: Biológico, São Paulo, v.64, n.2, p.205-207. http://www.feis.unesp.br/dtadm/stdarh/ed/documentos/dengue/dengue%20-%20bioecologia.pdf  (05 de Janeiro de 2010).

Rangel-S, ML 2008. Dengue: education, communication and mobilization with the perspective of controlling - innovative proposals. Interface (Botucatu) vol.12, no.25, p.443-441. http://www.scielo.br/pdf/icse/v12n25/a18v1225.pdf  (14 de Outubro de 2010).

Tauil, PL 2002. Aspectos críticos do controle do dengue no Brasil. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, RJ vol.18, no.3, p.867-871. http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/kitdengue/orgservicos/textos/aspectoscontroledadengue.pdf  (03 de Outubro de 20010)

Teixeira, MG, Barreto, ML, Costa, MCN, Ferreira, LDA, Vasconcelos, PFC 2002. Avaliação de impacto de ações de combate ao Aedes aegypti na cidade de Salvador, Bahia. Revista brasileira de epidemiol. vol.5, n.1, pp. 108-115. http://www.scielo.br/pdf/rbepid/v5n1/12.pdf (14 de Fevereiro de 2011).

 


FRANCISCO ROGERIO TEIXEIRA
SP - MOGI-GUAÇU

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