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  Tráfico de Animais Silvestres
08/12/2010
Trata-se da 3ª atividade criminosa que mais movimenta dinheiro no mundo, perdendo apenas para o tráfico de drogas e o tráfico de armas.

Área(s) de Atuação que o Presente Artigo trata
Biologia
Ecologia
Meio ambiente
Educação
Educação ambiental


O Brasil é um dos principais alvos dos traficantes devido à sua rica biodiversidade. Os animais pagam com sua privação de liberdade e com a vida, pelo simples prazer que algumas pessoas têm em possuir um animal silvestre em casa. Para os traficantes, estes animais não passam de mercadoria. A lei 9.605/98 estabelece como crime ambiental inafiançável a compra e venda de animais silvestres. Grande parte das pessoas que compram estes animais imagina que estão ajudando, porém muitas vezes desconhecem todo o sofrimento e stress pelo qual o animal passa, sem contar que de cada 10 animais capturados pelo tráfico, 9 deles acabam morrendo antes mesmo de chegar ao seu “destino final”. Depois de capturados, os animais são dopados, anestesiados ou até mesmo embebedados para parecerem mansos, e o pior, muitos deles acabam com suas presas e garras arrancadas ou serradas para não atacarem, crueldade que também atinge os pássaros que são cegados para não enxergarem a luz e consequentemente não cantar, dificultando assim a ainda falha fiscalização. No Brasil, o tráfico de animais se divide em duas modalidades: Tráfico interno: desorganizado, praticado por caminhoneiros, motoristas e pequenos comerciantes locais que sem cultura ou informação adequada sobre a importância destes animais para a natureza. Tráfico Internacional: sofisticado, esquematizado, movimenta bilhões de dólares por ano. Envolvem de políticos até grandes artistas. O tráfico é classificado em: Colecionadores particulares: pelo simples status de manter um animal silvestre em cativeiro. Animais para fins científicos: procurados por grandes indústrias farmacêuticas e de cosméticos, devido à descoberta de novos medicamentos e princípios ativos. Animais para comercialização em “Pet Shops”: é a modalidade que mais incentiva o tráfico interno. Somente a conscientização da população poderá enfraquecer este comércio ilegal, além de proteger o direito à vida e liberdade dos animais. “Se ninguém compra, ninguém vende, logo, ninguém caça” “Animais não são psiquiatras, não resolvem problemas de carência e também não são um bem de consumo” A natureza agradece.

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