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  Análise alimentar e reprodutiva do Geophagus brasiliensis (Teleostei: Cichlidae) do Rio Preto, São Mateus, ES
17/07/2010

ALEX QUEIROZ DE BRITO
ES - BARRA DE SAO FRANCISCO
O trabalho descreve a biologia alimentar e reprodutiva do Geophagus bralisiensis. Foi realizado no ano de 1995, no Rio Preto, afluente da margem direita do Rio São Mateus, próximo à sua foz.

Área(s) de Atuação que o Presente Artigo trata
Biologia
Ecologia
Ecologia de ecossistemas
Zoologia


Análise alimentar e reprodutiva do Geophagus brasiliensis (Teleostei: Cichlidae) do Rio Preto, São Mateus, ES

 

INTRODUÇÃO

            Poucos estudos sobre o comportamento reprodutivo e alimentar de peixes tem sido abordados nas regiões que compreendem toda a província neotropical  da América do Sul, especialmente nas zonas tropicais do Espírito Santo.

Comunidades neotropicais de peixes de água doce são muito pouco estudadas sob qualquer aspecto   (Bohlke et al., 1978). Entretanto, nos últimos anos, diversos estudos foram feitos em comunidades naturais de peixes de água doce no Brasil, enfocando biologia alimentar e/ou distribuição espacial (e. g. Kñoppel, 1970; Soares, 1979; Goulding, 1980; Uieda, 1984; Sazima, 1986; Costa, 1987; Sabino e Castro, 1990). No Espirito Santo, no entanto, pouquíssimos estudos ictiológicos foram feitos.

Os Cichlídeos são peixes adaptados às províncias lóticas, sendo por isso, comumente encontrados em lagoas marginais, lagos, reservatórios e remansos dos rios.  Possuem os raios das nadadeiras dorsal e anal e o primeiro raio da nadadeira ventral transformados em espinhos. A linha lateral é dividida em dois ramos: um anterior que corre mais dorsalmente e outro, posterior, que corre sobre o meio do pedúnculo caudal.

            O Geophagus brasiliensis (cará ou beré) é um pequeno peixe pertencente a família Cichlidae e possui  como  características: corpo alto (altura menos de três vezes o comprimento), borda superior do pré-opérculo lisa, ramo superior do primeiro arco branquial com lóbulo, linha lateral com 32-33 escamas (17-20 no ramo anterior e 11-15 no posterior), nadadeira dorsal com 14-15 espinhos e 11-12 raios,  nadadeira anal com três espinhos e 7-8 raios, 17-18 rastros no primeiro arco branquial, sendo 5-6 superiores sobre o lóbulo branquial, uma listra escura transversal na face passando pelo olho, tronco atravessado por faixas transversais apagadas, uma mancha escura no flanco, uma protuberância acima da cabeça nos machos em época de reprodução (dimorfismo sexual), e, em peixes recém-capturados pode-se observar tonalidades azuladas no corpo.

  

DESCRIÇÃO DA ÁREA DE COLETA

            O Rio Preto nasce nas proximidades do Município de Nova Venécia e percorre fazendas agropecuárias e enormes áreas de reflorestamento. Na região próximo à desembocadura, forma extensos pântanos e turfeiras, o que confere às suas águas uma coloração escurecida, quase negra. Daí, a origem de seu nome. É um dos principais afluentes da margem direita do Rio São Mateus, desaguando próximo à bifurcação que forma à esquerda, o Rio Cricaré e, à direita, o Rio Mariricu.

            O ambiente caracteriza-se por apresentar regiões com fundo arenoso, em maior proporção, intercalado por regiões de remanso com fundo lodoso, margeados por vegetação do tipo salvínea, azola e taboa. Os fatores abióticos apresentavam-se distribuídos da seguinte forma:  temperatura média de 24ºC no momento das coletas, pH 5,5, transparência entre 30 e 40 cm, água de cor turva devido à grande quantidade de lanolina.

Foram realizadas doze ( 12 ) coletas  a partir de outubro de 1995, totalizando um ano em setembro de 1996, num trecho de aproximadamente 300 metros de comprimento, com largura média de 2,0 m e profundidade variando entre 0,3 a 1,6 m. As estações de coleta localizam-se às margens da Rodovia Othovarino Duarte, km 05, que Liga São Mateus ao balneário de Guriri, local conhecido como Camping Rio Preto.

  

OBJETIVOS

            GERAIS  

·         Conhecer os hábitos alimentares e reprodutivos da espécie;

·         Conhecer a dieta alimentar;

·         Identificar a idade reprodutiva de machos e fêmeas;

·         Identificar a época de reprodução.

                                                

ESPECÍFICOS  

·         Determinar a idade reprodutiva de machos e fêmeas;

·         Descrever a relação entre o número de óvulos a serem eliminados para o ambiente e o tamanho da fêmea;

·         Determinar os componentes da dieta alimentar;

·         Descrever as variações da dieta alimentar durante as mudanças sazonais;

·         Determinar a época de reprodução.

  

 

MATERIAIS E MÉTODOS

            Os peixes tem sido amostrados desde outubro de 1995 com uma peneira de 0,8 m de diâmetro e malha de 4 mm de abertura e uma rede tipo picaré com 10,0 m de comprimento e malha 20 mm de abertura, na parte inferior do Rio Preto, próximo à ilha de Guriri, São Mateus, Espírito Santo.  As amostras com peneira se concentraram sob vegetação marginal, e as com picaré,  nas regiões de águas calmas e remansosas, locais mais prováveis de ocorrência da espécie.

            Foram realizadas 12 coletas, 1 por mês, a partir de 10-95. Foram coletados 48 exemplares utilizando a peneira e 423 usando a rede picaré, totalizando 471 indivíduos. Os lances foram aleatórios e com números variáveis. Após coletados, os peixes foram acondicionados em sacos plásticos  e fixados em formalina 10%, transferidos ao laboratório, lavados e conservados em álcool 70%. Foram pesados,  medidos e abertos para que fossem retirados os estômagos e as gônodas sexuais que foram colocados  em frascos de vidro previamente identificados e conservados em álcool 70% para serem analisados posteriormente.

Para a identificação do sexo, as gônodas foram analisadas visualmente ou com o auxílio de lupas e microscópio. O desenvolvimento ovariano foi classificado numa escala de 1 a 5. Para a contagem do número de óvulos, foram analisados somente as gônodas em adiantado estado de desenvolvimento, com o auxílio de uma lupa e duas seringas (usadas em aplicação de insulina) com agulhas em forma de L.

            O plágio estomacal não foi considerado, pois não era do objetivo deste trabalho descrever os horários de alimentação da espécie. Para que isto seja feito, é necessário um número maior de coletas, com intervalos menores entre as mesmas, devendo observar também se há mudanças de horários no decorrer das estações, já que a espécie alimenta-se do item alimentar em maior disponibilidade. Para a análise do conteúdo estomacal foram utilizados duas seringas plásticas com agulhas em forma de L, uma lupa com aumento de 10x e um microscópio, sendo o material identificado e classificado segundo Strixino, 1993 e Carrera, 1972. 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

            Foram realizadas 12 coletas mensais a partir de out./95 até set./96. Neste período, foram coletados 471 exemplares, sendo que o mês de maior abundância foi o de abril e o de menor foi o de julho.

O mês de abril foi o mais abundante provavelmente devido à desova do mês de março, sendo composto principalmente por indivíduos do sexo masculino, seguido por indivíduos de sexo indefinido (imaturo/repouso). A maior parte dos peixes de sexo indefinido compunha-se de juvenis, e em menor proporção, de machos em repouso, ambos em função da desova do mês anterior. (Figura 01 e 02 ). O mês menos abundante foi o de julho, com apenas 9 exemplares. Nesta época o leito do rio estava bastante seco.           

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Figura 01: Nº de peixes/coleta

 

 Figura 02

REPRODUÇÃO

             A análise reprodutiva demonstrou que a espécie não apresenta uma época definida de reprodução. Segundo Vieira, 1994, o período em que a espécie apresentou maior índice gonadossomático médio foi de outubro a abril. É provável que nesta  espécie não exista sazonalidade reprodutiva, visto que, foram encontrados  inúmeros exemplares com estágios de maturação gonadal intermediários durante o ano inteiro. Para verificar a existência de sazonalidade na reprodução desta espécie, é necessário um estudo mais intensivo, com análise detalhada do desenvolvimento gonadal, de modo semelhante ao trabalho desenvolvido por Kramer (1978). Guimarães (1930) e Nomura & Carvalho (1972), informaram que a desova no Estado de São Paulo  ocorre em janeiro, março e setembro. Barbieri et. Al. (1981), verificaram que a desova é parcelada. Castro e Arcifa, (1987), observou que a desova ocorre em substrato duro, inclusive em ambientes lênticos e, como os Cichlidae, de modo geral, cuida da prole. Entretanto, com os dados obtidos no presente estudo é possível comentar sobre a estação reprodutiva  do G. brasiliensis  e compará-la com os dados existentes na literatura. As gônodas sexuais femininas foram classificadas em cinco estágios. A análise desses estágios gonadais (Figuras 04 a 09), mostrou uma tendência preferencial para a desova durante os meses de nov.; mar.; abr.; jul. e setembro, pois encontrou-se fêmeas em adiantado estágio gonadal (estágio gonadal 5 – fig. 09) nesses meses, próximo à ovipostura. Verificou-se também, uma grande quantidade de fêmeas com estágio gonadal 4 (fig. 08) nos meses de dezembro e fevereiro. O maior número de peixes com sexo indefinidos ocorreu nos meses de fevereiro e abril. A relação entre os sexos é mostrada na Figura 04. O menor macho identificado media 41 mm; a menor fêmea, 30 mm e os de sexo indefinidos (imaturos/repouso), com até 91 mm. A partir desses dados, pode-se deduzir que a maturação sexual das fêmeas ocorre precocemente em relação à dos machos. Um fato que reforça esta dedução é o fato de que o nº de indefinidos diminui a partir desse tamanho. (Figura 03). Uieda (1994), considerou peixes maiores que 60 mm como adultos e menores, como jovens.

 Figura 03    

Figura 04

Figuras 05 a 09: Estágios gonadais nos meses de coleta.

 

 Figura 05

 Figura 06

 

 Figura 07

 Figura 08

 

 Figura 09

 

 

                                                                                      

   

                                                                                                                                                                     Foram analisadas 5 fêmeas com estágio gonadal  avançado e, embora um número pequeno, observou-se uma estreita relação entre o comprimento total (mm), o peso (g) e o número de óvulos das mesmas. Esta proporcionalidade entre o comprimento total e peso com o número de óvulos, juntamente com o grande instinto maternal, vem explicar o sucesso com que a espécie coloniza os diversos ambientes. Mas torna-se necessário um estudo com um maior número de fêmeas para comprovar esta hipótese e se a mesma é válida para outras espécies da família Cichlidae. Observou-se também, uma diferença no número de óvulos entre os ovários. Constatou-se em todas as fêmeas que o ovário esquerdo possuía uma quantidade maior de óvulos que o direito. Essa diferença variou de 58,44% e a  62,84% do total de óvulos analisados. Faz-se necessário também um estudo mais abrangente para comprovar esta relação e para comprovar se isto ocorre em outros Gêneros da Família.

Figura 10

 

 

CONTEÚDO ESTOMACAL

 

            Embora  tenha sido considerado um planctívoro importante em lagos e reservatórios do sudoeste brasileiro (Lazzaro, 1991), nos trabalhos realizados em riachos desta mesma região, esta espécie foi considerada como onívora (Costa, 1987; Sabino & Castro, 1990). O presente estudo confirma o caráter onívoro de sua dieta, apresentando muitas semelhanças com outros estudos realizados em riachos neotropicais. Microcrustáceos apareceram em pequenas proporções, indicando que o hábito alimentar desta espécie possa estar relacionado ao seu desenvolvimento ontogenético, como discutido por Lazzaro (1991). Embora esta espécie não apresente características morfológicas de peixes lepidófagos, escamas (presente em 4,03% dos peixes) constituíram item bastante freqüente, tanto neste estudo como no realizado por Costa (1987) e Vieira (1994).  Nomura & e Carvalho (1972) e Nomura  et al (1972), consideraram a espécie como onívora, sendo lodo e areia, itens muito freqüentes  na sua dieta.  Lazzaro  (em preparação) observou, em laboratório, que jovens dessa espécie alimentam-se do zooplâncton por apreensão de partículas ou filtração. Sabino & Corrêa e Castro (1990) observaram indivíduos desta espécie, solitários, nadando à meia água ou próximo ao fundo arenoso ou areno-argiloso dos remansos, sempre no período diurno. Durante a noite os indivíduos permaneciam estacionários, em meio à vegetação marginal submersa; constataram ainda que a maior parte de sua dieta alimentar era composta por itens autóctones e uma proporção menor por alóctones. Neste trabalho, não foi possível observar os peixes em seu ambiente devido à coloração escurecida da água, mas confirmou-se a sua preferência por águas remansosas, rica em vegetação submersa, ou com abundante vegetação marginal; Constatou-se também que sua dieta alimentar é constituída, neste caso, quase que somente por itens autóctones, sendo os alóctones pouco freqüentes. Nomura & Carvalho (1972) estudaram esta espécie em um lago artificial, no Estado de São Paulo e verificaram que sua dieta era composta predominantemente por algas, lodo e Artrópodes. Costa (1987) verificou que a espécie alimenta-se freqüentemente de itens de origem autóctone, (88,9% de freqüência de ocorrência), dados bastante semelhantes aos encontrados neste trabalho.

No presente estudo, observou-se que a espécie não tem preferência por uma determinada espécie na dieta alimentar (Tabela 01  e Figura 11) e comparando com os dados de outros trabalhos, verificou-se que a dieta sofre algumas variações, em função da quantidade de alimentos, sendo de modo geral, utilizado o item alimentar em maior disponibilidade. Fazem parte integrante dos itens alimentares, as algas, lodo, matéria orgânica/sedimentos e Artrópodes (ovos, larvas e adultos). Itens menos comuns, mas não menos importantes, são: escamas, microcrustáceos,  e plânctons. Foi encontrado também, ovos de peixes, areia, talo vegetal e ossículos de peixes, apesar deste último ainda não ter sido citado nas bibliografias pesquisadas.  Observou-se que nos meses de fevereiro, março e abril, inúmeros exemplares preferiram como maioria em sua dieta alimentar, larvas de Dipteros, especialmente, da Família Chaoboridae. No mês de abril, observou-se também em alguns exemplares, grande quantidade de farinha, talvez provenientes de restos alimentares humanos ou iscas de pescaria.

 

 

Tabela 01: Itens alimentares por amostra mensal

 

Mês

Conteúdo estomacal

10/95

Ovos não identificados, escamas, Odonatas, Coleopteros, larvas de Diptero, Dipteros, Algas, Insetos não identificados, restos de insetos e areia;

11/95

Ovos não identificados, escamas, Odonatas, Coleopteros, larvas de Diptero, Dipteros, Algas, lama/lodo/mat. Orgânica, Insetos não identificados, restos de insetos, Plecoptero (Perlidae), larva de Efemeroptero e larvas de Tricoptero ;

12/95

Coleopteros, larvas de Diptero, protozoário Flagelado, Microcrustáceos e plâncton;

01/96

Larvas de Diptero;

02/96

Ovos não identificados, escamas, Odonatas, Coleopteros, Algas,  Plecoptero (Perlidae), Larvas de Dipteros ( Ephrydidae, Psychodidae e principalmente Chaoboridae ), lama/lodo/mat. Orgânica, Insetos não identificados, restos de insetos, areia, Isoptero e larvas Tricoptero;

3/96

Ovos não identificados, escamas, Odonatas, Coleopteros, larvas de Diptero, Algas, lama/lodo/mat. Orgânica, restos de insetos não identificados, Plecoptero (Perlidae) e larvas Tricoptero;

4/96

Ovos não identificados, escamas, Odonatas, larvas de Diptero, Dipteros, Algas, lama/lodo/mat. Orgânica, restos de insetos não identificados, areia, talo vegetal, plânctons e farinha;

5/96

Algas, lama/lodo/mat. Orgânica, restos de insetos não identificados, ossículos de peixes e plânctons;

6/96

Ovos não identificados, escamas, Odonatas, lama/lodo/mat. Orgânica, restos de insetos não identificados, Microcrustáceos e plânctons;

7/96

Ovos não identificados, escamas, Coleopteros, larvas de Dipteros, Algas, restos de insetos não identificados, Microcrustáceos,  plânctons e ovos de Odonata;

8/96

Restos de insetos não identificados;

9/96

Escamas, Coleopteros, lama/lodo/mat. Orgânica, restos de insetos não identificados, larvas de Tricoptero, Plânctons e ovos de peixes.

Figura 11

 

 

CONCLUSÃO

           

O fato de produzirem óvulos em proporção direta ao peso e ao comprimento, de  desovar em substratos duros e em águas paradas, de cuidarem da prole, de conseguirem reproduzir em boa parte do ano, de atingirem maturação sexual consideravelmente cedo   e de alimentar-se de plâncton, insetos, lodo e matéria orgânica, torna-a uma espécie bem sucedida na colonização de reservatórios, fato evidenciado pela ampla distribuição nos corpos de água estudados. Por ser cosmopolita, é uma espécie com grande potencial ambiental e econômico. Ambiental, pois por ter boas características adaptativas, poderá ser utilizada para repovoação de rios lagos e reservatórios, quem sabe, até ser utilizada em locais poluídos como bio-indicadores, além de ser potencialmente útil como larvófoga, já que no presente trabalho, verificou-se grande quantidade de larvas de Chaoboridae. Econômico, pelo fato de se reproduzirem muito rápido e em boa parte do ano; assim, os alevinos e juvenis poderão servir de alimento em granjas de piscicultura para outras espécies de maior valor comercial ou como alimento em cultivos de camarão da malásia. Outra utilização econômica para esta espécie é utilização em pesque-pague e à procriação destinada às pisciculturas de pequeno porte.

 

 

 

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ALEX QUEIROZ DE BRITO
ES - BARRA DE SAO FRANCISCO

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