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  Preservação Ambiental e distribuição de renda
23/03/2012
atualizado em: 31/05/2012

MARCELO RANÇAN
PR - CASCAVEL
O presente tratasse dos valores, humanos e ambientais e da mudança cultural que estamos passando atualmente.

Área(s) de Atuação que o Presente Artigo trata
Biologia
Meio Ambiente e Biodiversidade
Responsabilidade Socioambiental


           Quando falamos em distribuição de renda, automaticamente associamos pobreza à falta de saneamento básico, saúde pública, da falta de habitação, dentre outros fatores desiguais em nosso país, neste contexto, podemos citar - não menos importante - a desigualdade cultural, educacional que esta disseminada na grande maioria dos centros urbanos, rurais e na mentalidade das pessoas.

            Cultura do latim colere, que significa cultivar é um conceito de várias acepções, tendo varias definições como: manter algo, um costume ou uma tradição. Esta cultura que cada um traz de berço, ou seja, a educação que cada um recebe ainda quando criança de sua família é a raiz o laço social de cada um de nós, tentar mudar, alterar este tipo de aprendizado pela obrigação (força) é tentar mudar a forma que o indivíduo pensa, a forma que ele se relaciona com o mundo, é fazer uma mudança efêmera, nada que seja pregado à base de "empurrões" terá efeito satisfatório, duradouro. O mesmo ocorre nas questões ambientais, somos bombardeados diariamente por propagandas, por anúncios pelo Marketing Ambiental que muitas vezes não é o que parece, este tipo de culturização, esta cada vez mais difusa, e nos esquecemos da verdadeira importância, do fator único, a base para que haja uma mudança de paradigmas, de visão, de mentalidade acerca do meio ambiente e sua importância para nós os multiculturais, a EDUCAÇÃO de qualidade e acessível a todos, nos diversos níveis sociais, que por sinal, tem que ser prioridade no principal deles, o que regula os demais, o governamental.

            Sendo assim, fica claro que renda, ou melhor, distribuição igualitária e justa desta renda, tem que contemplar o equilíbrio econômico - extremamente necessário - o investimento na educação em todos os seus níveis, para que não haja a quebra de costumes (de bom senso) que não haja a manipulação de ideias, desigualdade financeira e cultural, mas, que haja sim, através da educação a sensibilização quanto aos valores tanto humanos como ambientais, desta forma nós os seres pensantes, sem politicagem, sem a "avalanche" da ideologia consumista, mas com princípios poderemos avaliar, colocando em prática que preservar é melhor que depredar.

Marcelo Rançan

CRBio 66.603/07 D


MARCELO RANÇAN
PR - CASCAVEL

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