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  Botânica das Praças e Parques de São Paulo
01/12/2011

RADAMES ABRANTES DE SOUSA ARAUJO
SP - SAO BERNARDO DO CAMPO
Curso Prático: Prática de uma visitação como um roteiro em pontos turísticos. Curiosidades botânico-ecológicas; Espécies de potencial econômico; Classificação botânica básica; Interpretação da paisagem; Percepção sensorial (táctil e olfativa); Planta

Área(s) de Atuação que o Presente Artigo trata
Biologia
Meio Ambiente e Biodiversidade
Ecoturismo


1 Introdução Árvores são elementos essenciais na paisagem urbana, porém para a maioria das pessoas são meros desconhecidos, portanto muitas das notáveis espécies de nossa flora passam despercebidas. Em nossas alamedas ruas, praças e parques existem uma diversidade considerável de espécies algumas com notória utilidade e outras que resistiram há séculos as mudanças na paisagem urbana, resistiram bravamente a processos de especulação imobiliária e ao descaso da população e do poder publico. A preservação das árvores tem sido um aspecto fundamental das campanhas desenvolvidas pelos movimentos ecológicos, mas para preservá-las é preciso conhecê-las e passar a reconhecer da sua vital importância para a qualidade de vida de pessoas, principalmente da fauna que busca abrigo e alimentação. Isto não ocorre por acaso, pois as arvores são responsáveis pelo equilíbrio dos ecossistemas e representam o componente natural mais evidente do planeta, sendo encontradas em grande diversidade nas florestas e que aos poucos muitas destas espécies florestais são introduzidas no paisagismo e cultivadas nas cidades outras ocorrem de forma espontânea com a ajuda dos dispersores de sementes que de maneira geral são animais em busca de alimento. Este conteúdo tem como objetivo tornar mais próximas e familiares algumas das principais espécies existentes nas praças, logradouros públicos e parques da cidade de São Paulo, e é dedicado a todos aqueles que aprenderam a encará-las como um bem insubstituível na paisagem urbana. 2 Noções de classificação e botânica básica A taxonomia vegetal tem por finalidades a identificação e a classificação das plantas segundo uma ordem racional. Para atingir a este pressuposto é necessário atributos de outras ciências como morfologia, anatomia, paleobotânica, fisiologia, citologia, genética e fitogeografia. Para fins práticos de identificação usamos basicamente dados morfológicos são os de mais simples uso. Nomenclatura é a parte da taxonomia vegetal que cuida da correta utilização dos nomes botânicos. O código internacional de nomenclatura botânica estabelece a subdivisão do Reino Vegetal num determinado número de unidades taxonômicas hierarquicamente sucessivas. Da mais para o menos abrangente as principais unidades taxonômicas são: Divisão ou Filo, Classe, Ordem, Família, Gênero e Espécie. A espécie é a unidade básica; O nome de uma espécie é um binômio latino formado pelo nome do gênero a que a planta pertence seguida do nome da espécie em específico a que pertence. Os dois nomes juntos formam o nome da espécie. Os nomes de gênero e espécie devem ser grafados sempre em itálico. Na listagem de espécies desta apostila, usaremos a seguinte ordem: 1-nome popular 2-Nome científico 3-Família * *Obs.: eventualmente serão fornecidas sugestões de espécies mais conhecidas da família, para facilitar a associação de características comuns a todas as espécies que compõem a família. Na botânica também usamos outras classificações que facilitam o estudo e reconhecimento das mesmas. Classificação quanto ao Porte: • Herbáceas: plantas de pequeno porte, forrações, folhagens, que não possuem caule lenhoso. • Arbustivas: já possuem caule lenhoso e quando adultos não ultrapassam 1,80 metro. • Arbóreas: todas as árvores e plantas de pequeno, médio e grande porte, apresenta caule lenhoso, podendo ter variados diâmetros. Classificação quanto a Origem: • Nativa: espécies naturais dos biomas brasileiros ocorrem espontaneamente ou são cultivadas. • Exótica: são espécies introduzidas de outros ecossistemas que não ocorrem naturalmente no território nacional; que não tem habitat original no Brasil. 6 A seguir serão apresentando uma listagem com as espécies mais comuns cultivadas e nativas nas ruas, praças, parques da cidade de São Paulo em especial as espécies ocorrentes nos lugares visitados durante o curso. O material listado a seguir, não visa esgotar o assunto, são muitas espécies que não foram contempladas nesse primeiro momento, pedimos a compreensão de todos e para minimizar essa defasagem é indicada no término desta apostila a bibliografia básica para quem desejar conhecer mais espécies e assuntos relacionados com a nossa notável diversidade botânica.

RADAMES ABRANTES DE SOUSA ARAUJO
SP - SAO BERNARDO DO CAMPO

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