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  Desenvolvimento sustentável
11/06/2018

GIOVANNI ARCHIDIACONO
SP - SANTOS
Paradoxo do mundo, fabricar sem poder consumir.

Área(s) de Atuação que o Presente Artigo trata
Biologia
Meio Ambiente e Biodiversidade


     Como desenvolver e crescer sem agredir a natureza, como alimentar mais de sete bilhões de habitantes no Planeta. Hoje a maioria dos países quando fazem acordo não comprem, aumentam sua produção sem a redução de poluentes, mesmo com tecnologia de ponta. O Consumismo, desmatamento, indústria a todo vapor poluído em todo o planeta, não conseguimos alimentar toda a população no mundo, hoje ainda temos 14% de indivíduos em todo o planeta que ainda morre de fome.

    Estudos feitos no Brasil pela indicam que ate 2014 a politica de resíduos sólidos era acabar com lixões, mas na verdade teve um aumento de 1,3% entre os anos 2011 a 2014, em media cada brasileiro gerou 383 Kg de lixo por ano, que daria 1,05 Kg por dia. A região que mais contribuiu foi o Nordeste, a região que tem a maior quantidade de resíduos sem destinação adequada, são levados para aterros sanitários só de nome, não se diferenciam em nada com lixões comuns que poluem e degradam o meio ambiente. O nordeste é uma das regiões mais pobres do Brasil, com uma grande desigualdade social, quanto mais pobre é o Estado maior é a desigualdade social e problemas com infraestrutura saneamento básicos e abastecimento de água e energia elétrica.

    Reverter o quadro em que nos encontramos, acredito ser difícil, existem 4 fatores que se continuar desequilibrado vamos continuar indo para o abismo. (Produção Industrial x Crescimento da População x diferença social e econômica x Sustentabilidade), são relações extremamente incontroláveis no ponto de vista do Brasil, a uma grande diversidade financeira, étnica, cultural e religiosa dificultando à implantação de qualquer programa que venha amenizar ou ate estabilizar o processo do aquecimento global.

    As conferencias internacionais tem tido seus altos e baixos. A Lei nº 12.305/10 sita a lei de responsabilidade compartilhada e um ciclo dos produtos individuais do fabricante, dos importadores, comerciantes e consumidores e do serviço publico, são responsabilidade de todos, minimizar e reduzir os impactos a saúde humana e ao meio ambiente.

    As sementes estão sendo plantadas, quem sabe não vire uma floresta e     chegamos a um equilíbrio. O que pode ser feito também se possível, estabelecer regras, leis mais rigorosas para

quem polui, as multa mais pesadas. Hoje muita Indústria leva a multa, mas a sua produção em níveis de poluição altos, compensa continuar poluído e pagar multa, sai mais barato do que investir em modernização e reduzir os níveis de poluição para os patamares estabelecidos por lei. E se possível algumas atitudes e mudanças de comportamento têm que acontecer.


GIOVANNI ARCHIDIACONO
SP - SANTOS

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