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  DISTRIBUIÇÃO DA ICTIOFAUNA NA ÁREA DE INFLUÊNCIA DA UHE FOZ DO CHAPECÓ NA BACIA ALTO RIO URUGUAI, BRASIL.
12/04/2010
Monitoramento da ictiofauna da região do Alto Rio Uruguai.

Área(s) de Atuação que o Presente Artigo trata
Biologia
Ecologia
Ecologia de ecossistemas
Limnologia
Manejo e conservação
Meio ambiente
Educação
Educação ambiental
Informática
Bioestatística
Conservação e manejo da fauna
Zoologia


A bacia do rio Uruguai é uma das doze regiões hidrográficas brasileiras sendo considerada como área prioritária para conservação biológica, face ao pouco conhecimento da biodiversidade. Entretanto, devido ao seu alto potencial hidroelétrico tem sido alvo da construção de inumeras hidrelétricas. O objetivo desta pesquisa foi conhecer a composição, diversidade e distribuição da Ictiofauna na área de influência da UHE Foz do Chapecó, com vistas ao manejo e conservação. As amostragens da ictiofauna foram realizadas trimestralmente no período de junho de 2007 a setembro de 2008 em 13 pontos de coleta, sendo seis no canal principal e sete em tributários. As artes de pesca utilizadas foram redes de espera de malhas 2, 3, 4, 5, 7 e 10 cm, com 10 m de comprimento (riachos e lajeados) e com 20 e 50 m (rios); redes feiticeiras malhas 4,0/20,0 com 30 m; e espinhéis. Após a despesca os exemplares foram identificados com base em catálogos e chaves de identificação e obtidos os dados de biometrias de rotina.  Durante o período foram coletados 1.536 indivíduos (972 indivíduos no canal principal e 564 nos tributários), com riqueza total de 56 espécies. A abundância mais elevada foi no ponto RUCX, no rio Uruguai (264 ind.) e maior riqueza e diversidade (H’) no ponto ULH, também localizado no rio Uruguai (28 espécies e H’ = 2,72). Dos tributários os rios Barra Grande, Chapecó e Irani foram os de maior abundância e riqueza.  De maneira geral, com base nos resultados até o momento, foi possível inferir que alguns tributários como os rios Barra Grande e Chapecó, parecem ter grande importância para a manutenção dos estoques pesqueiros e biodiversidade. Assim, pode-se concluir a importância dos estudos ictiofaunísticos para fornecer dados da integridade biótica do ecossistema aquático da região, os quais irão subsidiar a conservação e manejo futuro.

                                                                                   

PALAVRAS-CHAVE: Ictiofauna, Rio Uruguai, Diversidade.

 

Fonte Financiadora: FAPE/Unochapecó, Art. 170, Foz do Chapecó Energia.

Francielle Cristina Luiz RAMOS[1]; João Carlos MADALOZ FILHO[2]; Cristiano ILHA[3]; Jerri André BERTO3; Jacir Dal Magro[4]; Regis, Canton[5]; Gilza Maria de SOUZA-FRANCO[6]



[1] Bióloga, Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais – Grupo de Estudos Ambientais da Bacia Hidrográfica do Rio Uruguai - Unochapecó.

[2] Acadêmico do Curso de Ciências Biológicas – Grupo de Estudos Ambientais da Bacia Hidrográfica do Rio Uruguai – Unochapecó/Bolsista PIBIC/art170.

[3] Acadêmicos do Curso de Ciências Biológicas – Grupo de Estudos Ambientais da Bacia Hidrográfica do Rio Uruguai - Unochapecó.

[4] Dr. em Química Orgânica; Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais - Grupo de Estudos Ambientais da Bacia Hidrográfica do Rio Uruguai - CCAA/Unochapecó,.

[5]  Me. em Aqüicultura, Grupo de Estudos Ambientais da Bacia Hidrográfica do Rio Uruguai - Episcar / Instituto Regional para o Desenvolvimento Sustentável.

[6] Dra. em Ciências Ambientais; Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais - Grupo de Estudos Ambientais da Bacia Hidrográfica do Rio Uruguai - CCAA/Unochapecó,.


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