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  BUSCANDO A MELHORIA DE QUALIDADE DE VIDA ATRAVÉS DA CONSCIÊNCIA AMBIENTAL EM UMA COMUNIDADE DO MUNICÍPIO DE CRUZ ALTA - RS.
05/02/2013
Este artigo é sobre o meu trabalho de conclusão de curso. Os gráficos não estão disponíveis, peço desculpas.

Área(s) de Atuação que o Presente Artigo trata
Biologia
Meio Ambiente e Biodiversidade
Educação Ambiental
Saneamento Ambiental
Saúde
Saneamento


Liziane da Silva Dessbesel¹ Dirce Maria Teixeira Paz² ¹Acadêmica do curso de Ciências Biológicas da Universidade de Cruz Alta – UNICRUZ. ²Professora Mestre da UNICRUZ RESUMO Neste trabalho buscou-se fazer um levantamento da higiene, do saneamento e o reflexo na saúde da população. Foi uma pesquisa qualitativa do tipo de campo, que visou contribuir para tornar visível à população local as relações entre a existência das doenças com os hábitos e as condições de higiene e saneamento, derivadas da realidade sócio-econômica vivida cotidianamente por essa comunidade. A realização da pesquisa contou com a participação da comunidade do bairro Progresso de Cruz Alta – RS, sendo composta de 50 crianças e 41 residências. No decorrer do trabalho, notou-se que o saneamento era muito precário, mas que a higiene era de acordo com as condições de vida de cada morador. Por outro lado, as crianças demonstraram ter conhecimento em relação à preservação do meio ambiente. A principal observação feita foi de que a conscientização das pessoas do certo ou errado quando as mesmas vivem em condições desfavoráveis, torna-se dificultosa, porém, são sementes lançadas à longo prazo. PALAVRAS-CHAVE: Saúde. Meio Ambiente. Saneamento. Higiene. INTRODUÇÃO A vida humana depende da disponibilidade de muitos elementos extraídos da natureza, como: alimentos, energia, água, minerais, madeira, entre outros. “Todos os seres vivos têm necessidade de se apropriarem de recursos da natureza, mesmo como condição necessária para o suprimento da própria vida” (1). A área de saúde deve ter um enfoque diferente em relação ao meio ambiente, dessa forma valorizando como fator determinante os agravos da saúde, e na área ambiental os efeitos das mudanças ambientais sobre a saúde humana traria o resgate dos impactos sobre o homem na questão ambiental (2). Este projeto visa à participação da comunidade, enumerando problemas relacionados com o cotidiano. Neste trabalho o objetivo principal foi realizar uma análise ambiental da realidade de uma comunidade do município de Cruz Alta – RS em relação à higiene, saneamento, buscando solução para amenizar os agravos à saúde local. A exposição dos resultados visará, ainda, despertar o interesse do setor público para desenvolverem projetos que estejam relacionados com estas questões e, assim, assumirem papel ativo na transformação social, fornecendo à comunidade envolvida subsídios técnicos e científicos para que os mesmos possam mudar suas realidades de vida. METODOLOGIA O presente estudo buscou conhecer a realidade da comunidade do Bairro Progresso do município de Cruz Alta em relação à higiene, saneamento e sua relação com os agravos à saúde. Para isto optou por uma pesquisa qualitativa do tipo de campo como explica Fiorentini e Lorenzato (3): “É aquela modalidade de investigação na qual a coleta de dados é realizada diretamente no local em que o problema ou fenômeno acontece”. Os sujeitos da pesquisa foram uma amostra dos moradores do bairro Progresso no município de Cruz Alta – RS. Sendo composta por 41 residências e 50 crianças que estudam na Escola Municipal de Ensino Fundamental Intendente Vasconcelos Pinto, fato este que se deve a escola estar localizada no bairro. A pesquisa é qualitativa de campo, para a coleta dos dados foi usado entrevistas estruturada (apêndice A, B e C). As autoras Ludke e André (4) trazem a vantagem da entrevista: “A grande vantagem da entrevista sobre outras técnicas é que ela permite a captação imediata e corrente da informação desejada, praticamente com qualquer tipo de informante e sobre os mais variados tópicos”. Primeiramente foi feito contato com a direção da Escola de Ensino Fundamental e a Escola de Educação Infantil situada no Bairro a fim de saber a disponibilidade para realizar entrevistas com as crianças que nela estudam. Após foi agendado algumas datas e realizadas as entrevistas nas escolas. Da mesma forma no Posto de Saúde foi feito contato e agendado dia e hora com a Enfermeira chefe do mesmo. Com os moradores do bairro foi realizado entrevistas em suas próprias residências, solicitamos a cada casa que chegávamos que um adulto respondesse nossa entrevista. Após analise das informações obtidas, foram aplicadas práticas de conscientização, de escrita e desenho com as crianças, em relação ao meio em que vivem, de forma que aprendam a cuidar dos aspectos que incluem higiene e saneamento. Esta oficina aconteceu sábado a tarde. O material coletado nas entrevistas foi organizado e categorizado conforme critérios previamente definidos de acordo com os objetivos da pesquisa. Tais respostas foram organizadas em forma de planilhas eletrônicas no Programa Microsoft Excel 2003 e após apresentadas através de gráficos. RESULTADOS E DISCUSSÃO Entrevistas com as crianças do bairro Progresso. Com uma amostra de 50 crianças com idade entre 5-15 anos, as respostas obtidas do questionário foram: a primeira pergunta foi a freqüência em que essas crianças tomam banho, de acordo com o figura 1 mostra que 94% das crianças tomam banho pelo menos uma vez ao dia e apenas 6% não tomam banho diariamente. Figura 1: Frequência em que as crianças tomam banho. A segunda foi em relação à freqüência que escovam os dentes, notou-se que 66% das crianças escovam os dentes regularmente, ou seja, 3 vezes ao dia (Figura 2), contudo não se sabe a qualidade desta escovação, pois como diz Faria e Monlevade (5), muitos não tem o hábito de escovar corretamente apenas passam a escova por segundos. A terceira era o que usavam para escovar os dentes, 82% usavam apenas escova e creme dental, 2% disseram usar além da escova e pasta o enxaguante bucal e 14% afirmaram usar fio dental. A quarta tinha o intuito de saber se as crianças já haviam ido ao dentista e se era freqüente, os resultados obtidos foram: 42% das crianças nunca foram ao dentista, 28% foram apenas uma vez e 30% vão regularmente ao dentista, isto devido ao fato de que crianças com baixa renda não vão ao dentista com freqüência, normalmente apenas quando o dentista vão até a escola é que eles são atendidos (6). Figura 2: Frequência em que as crianças escovam os dentes. A quinta pergunta era se lavavam as mãos antes das refeições, 76% responderam sempre lavar as mãos e 24% responderam que lavam as vezes. A sexta era se sempre lavavam as mãos após usar o banheiro, 98% responderam que sim e 2% responderam que às vezes esqueciam, o hábito de lavar as mãos se torna freqüente pelo ensino aplicado nas escolas sendo isto fundamental para evitar o contágio de doenças infecciosas (7). A sétima pergunta dizia “A Educação Ambiental ajuda na melhoria das condições para ter uma vida melhor?”, esta pergunta foi excluída após 10 entrevistas onde as crianças não tinham noção do que era Educação Ambiental. A última pergunta então era se eles faziam algo para preservar o meio ambiente, 72% responderam que sim onde as repostas foram de acordo com a criança 2 “Cato lixo, para usar em trabalhos”, as crianças 3 e 7 responderam “Não jogo lixo na rua, junto o lixo dentro do pátio, planto árvores”, outras como a 4, 6, 20 associaram limpar a casa, arrumar a cama, lavar a louça como coisas para ajudar o meio ambiente, sendo de uma certa forma correto, pois devemos começar a cuidar das pequenas coisas como nossa própria casa. A maioria das respostas (criança 1, 8, 12, 15, 22, 25, 28, 33, 36, 37, 40, 42, 44, 45, 48, 50) era “Junto o lixo da rua para ajudar meu pai” (devido ao fato da maioria ser filhos de catador), nota-se nesta pergunta a compreensão dos assuntos relacionados ao ambiente, os alunos sabem da importância de preservar o meio ambiente, este resultado derivou dos projetos de Educação Ambiental realizados pela escola o qual contribui muito para o conhecimento do aluno, de acordo com a pesquisa de Cavalheiro (8), as crianças adquiriram uma consciência ambiental razoável, sendo originada na escola, desta forma fica claro que a consciência de crianças em relação ao meio ambiente provém de um ensino metodológico realizado na escola. Entrevistas com os moradores do bairro Progresso. Após o termino das entrevistas com as crianças foram feitas as entrevistas com os adultos num total de 41 residências. Em primeiro lugar faz-se estabelecida à renda das famílias conforme mostra a figura 3, onde a maioria possui entre um a dois salário mínimos, estas rendas às vezes parecem ser altas, mas tem que ser levado em conta o número de moradores de cada residência, onde neste caso era sempre mais de seis pessoas para viverem com esta renda, entre elas idosos debilitados que tem um grande gasto em remédios. Figura 3: Renda Familiar. De acordo com os resultados obtidos todas as moradias possuíam água canalizada da CORSAN com o relógio (medidor de água) e energia elétrica, nenhuma casa tinha esgoto canalizado, das 41 residências apenas uma não tinha poço negro e o lixo não era coletado pelo caminhão, na pesquisa de Panigassi et al. (9), muitas residências não possuem rede de esgoto esta foi relacionado aos casos de verminoses, contudo na pesquisa de Gerolomo e Penna (10), a incidência de cólera está relacionada com a falta da rede de esgoto e de água, já em outra pesquisa um pouco diferente que relaciona o esgoto com a dengue traz um dado interessante onde mostra que em Porto Alegre - RS a maioria das moradias está ligada a rede de esgoto, sendo o registro de vetores presente nesta área (11). A respeito do lixo 76% moradores separavam o lixo e usavam o orgânico na horta de casa e 24% não separavam, a coleta seletiva de lixo não é um tema que necessita de enfoque em como fazê-la, pois a mídia e as escolas já se encarregaram disto, o problema é a falta de implementação de projetos de coleta seletiva provenientes do governo, o poder público não se deu conta que para resolver a questão do lixo falta agora a iniciativa dele talvez ainda não se tenha resolvido por falta de recursos, tecnologia ou técnicos especializados (12). Dentre os cuidados de higiene 27 pessoas não sabiam muito o que responder e a higiene era precária, dois relacionavam a higiene com a limpeza da casa, e o restante faziam a higiene básica pessoal (como banho diário, lavar as mãos, escovar os dentes). Em relação à saúde 73% moradores vão ao médico com freqüência e 27% apenas quando necessário, durante a entrevistas muitos relataram suas doenças como: pressão alta, diabete, depressão, problemas cardíacos e/ou respiratórios, osteoporose. Muitos moradores reclamaram do atendimento do posto de saúde, diziam que eram distribuídas poucas fichas por dia, e se termina-se as fichas não adiantava procurar o posto de saúde central pois o mesmo não os atendia, a saúde pública ainda precisa melhorar, pois as comunidades mais carentes são diretamente afetadas, a falta de fichas a demora para conseguir uma consulta, o fato de ter que acordar muito cedo, leva a pessoa a desistir de ir consultar, isto é um fato que ocorre em todo país como por exemplo em Belo Horizonte onde uma análise da saúde feita lá traz esses dados (13) Uma das perguntas era se o agente de saúde visitava as casas, muitos responderam que apenas nas casas com crianças pequenas ia as meninas do Primeira Infância Melhor (PIM), outros falaram que ia o rapaz da dengue, e apenas um disse que o agente de saúde ia em sua casa para ter um acompanhamento semanal, mas o bairro ainda não possui agente de saúde, sendo está casa uma exceção, pois o mesmo era hipertenso e diabético necessitando de um acompanhamento semanal. Em relação ao meio ambiente 68% ajudavam a preservar o meio ambiente e 32% não faziam nada para preservar o meio ambiente, as respostas eram parecidas com a das crianças como: “Juntar o lixo do chão”, “Plantar árvores”, “Poupar água”, mas com uma diferença os que diziam não fazer nada era a seguinte resposta: “de que adianta eu separar o lixo e cuidar do pátio se ninguém faz”, sendo este o pior pensamento para a questão ambiental, pois cada um deve fazer sua parte, pode não solucionar o problema, mas com certeza irá amenizar a situação. Entrevistas com a direção da escola de ensino fundamental, infantil e posto de saúde. Foram feitas entrevistas com a direção da escola de ensino fundamental e infantil, e com o posto de saúde do bairro, todos os estabelecimentos com poço negro, água canalizada, energia elétrica. De acordo com as entrevistas todos separavam o lixo mas cada um de seu modo, um separava o lixo comum do hospitalar, onde o hospitalar é coletado pela prefeitura, outro separava o papel, plástico, vidro, garrafa e orgânico, mas todos com o mesmo destino no caminhão e por fim uma das respostas que chamou a atenção foi: “o lixo é separado, o orgânico é feito compostagem e o seco aproveitável é entregue aos catadores e/ou utilizado em atividades com as crianças e o seco não aproveitável é levado pelo caminhão do lixo”, como dizia Rocha (14), a escola é o espelho do aluno, através destas práticas de separar o lixo o aluno se conscientiza de que é necessário fazer isto em casa também para ajudar o meio ambiente. Dos cuidados com a higiene as três repostas foram bem diferentes sendo elas: “Vem à dentista na escola explicar e ensinar a higiene oral”, “quando chega uma mãe com criança à mesma é orientada sobre a higiene” e “as crianças do berçário quando chegam é dado banho e colocado roupa limpa, e as outras apenas se necessário”. Os três estabelecimentos responderam que pelo fato do posto de saúde ser no bairro quando as crianças estão doentes a mãe vai direto ao posto, sendo as doenças mais freqüentes gripe, piolho, verminoses, sarna, causadas pela falta de higiene e alimentação inadequada, este resultado repete a relação da higiene com as doenças, já discutidos anteriormente. Com relação ao meio ambiente a pergunta era “De que maneira o meio ambiente interfere na qualidade de vida?” as respostas foram as seguintes: “O meio ambiente é totalmente uma influencia, mas as pessoas do bairro não têm essa consciência, pois se não cuidar da casa, não cuidar de si como cuidará do meio em que vivem”, “Meio Ambiente interfere, pois necessitamos das plantas, frutas e verduras para o sustento” e “O meio ambiente é totalmente uma influencia, mas as pessoas do bairro não têm essa consciência, pois se não cuidar da casa, não cuidar de si como cuidará do meio em que vivem”. Por fim a pergunta foi: “Percebe-se o cuidado e a consciência ambiental das pessoas do bairro?”, todos responderam que não e ainda argumentaram que era pela falta de informação e incentivo, no trabalho feito em Jararaca no município de Bragança - PA nota-se que os moradores também tinham conhecimento referente aos cuidados com o meio ambiente e relacionavam com o surgimento de doenças (15). Atividades Ambientais. Após as entrevistas a proposta foi que as crianças fossem até a escola no sábado a tarde para desenvolverem atividades sobre o meio ambiente (jogo sobre poluição, jogo sobre efeito estufa, desenho livre sobre natureza, caça palavras sobre água, atividade de completar o texto sobre a água), mas poucas compareceram, mesmo sendo um número pequeno os resultados foram gratificantes, no desenvolver das atividades notou-se que elas tinham sim consciência ambiental, como por exemplo, ao fazerem às atividades as crianças demonstraram saber o que fazer para evitar o efeito estufa, para evitar o desperdício de água. No caso dos adultos, iria ser feito uma conversa informal, poderiam dar sugestões do que precisa ser feito no bairro, tirar as dúvidas em relação a doenças, a como preservar o meio ambiente, sobre reciclagem, esta atividade não foi realizada apesar das mães estarem na escola, pois era dia de brechó, ao serem chamadas para a conversa informal se recusaram, muitas diziam estar sem tempo, contudo de forma positiva uma senhora que estava visitando seus parentes ali no bairro e faz curso de Educação Ambiental em Santa Catarina – SC quis conversar sobre o meio ambiente onde pediu sugestões de atividades ambientais para levar a fim de desenvolvê-las em Santa Catarina. CONCLUSÃO No início do trabalho o objetivo era trabalhar com o lixo, pois parecia ser o maior problema do bairro, hoje com o trabalho concluído nota-se que o maior problema é o saneamento. Os moradores não participaram das últimas atividades porque muitos diziam estar cansados de ouvir falar em melhoria da qualidade de vida no papel, ou seja, a comunidade está cansada de promessas, mas apesar disto este trabalho foi gratificante, pois fez com que a comunidade repensasse um pouco sobre o meio ambiente, sobre as próprias condições de vida e trouxe a esperança de que a melhoria da qualidade de vida possa vir a acontecer. As crianças demonstraram ter consciência do certo ou errado, pois as escolas tanto a de Educação Infantil quanto a de Ensino Fundamental desempenham um ótimo trabalho em relação ao meio ambiente. Então o que a comunidade necessita é melhoria da qualidade de vida e para que isso ocorra este trabalho de pesquisa será encaminhado as autoridades municipais competentes para que eles tomem conhecimento desta realidade e liberem verbas governamentais para o saneamento básico do bairro Progresso e como proposta para o saneamento, não é necessário de imediato implantar a rede de esgoto no bairro pode ser feito a melhoria de forma alternativa, começando com os poços negros, onde os mesmos devem ser tapados e devidamente instalados, pois muitos encontram-se irregulares. REFERÊNCIAS (1) HELLER, L. Relação entre saúde e saneamento na perspectiva do desenvolvimento. Ciência & Saúde Coletiva. v.3, n.2, p. 73-84, 1998. (2) OLIVEIRA, E. M. Educação Ambiental uma possível abordagem. 2 ed. Brasília: UNB, 2000. (3) FIORENTINI, D. ; LORENZATO, S. Investigação em educação matemática: percursos teóricos e metodológicos. 3 ed. ver. Campinas, SP: Autores Associados, 2009. (4) LUDKE, M. ; ANDRÉ, M.E.D.A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986. (5,7) FARIA, I. D.; MONLEVADE, J. A. C. Higiene e segurança nas escolas. Brasília: Universidade de Brasília, 2008. (6) SÁ, L. O.; VASCONCELOS, M. M. V. B. A importância da educação em saúde bucal nas escolas de Ensino Fundamental - Revisão de Literatura. Odontologia Clínica Científica, v.8, n.4, p. 299-303, 2009. (8) CAVALHEIRO, J. S. Consciência Ambiental entre professores e alunos da Escola Estadual Básica Dr. Paulo Devanier Lauda. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização) - Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental - Universidade Federal de Santa Maria (UFSM- RS), Santa Maria, 2008. (9) PANIGASSI, G.; CORRÊA, A. M. S.; LÉON, L. M.; ESCAMILLA, R. P.; SAMPAIO, M. F. A.; MARANHA, L. K. Insegurança alimentar como indicador de iniqüidade: análise de inquérito populacional. Caderno de Saúde Pública, v.24, n.10, p.2376-2384, 2008. (10) GEROLOMO, M.; PENNA, M. L. F. Cólera e condições de vida da população. Revista de Saúde Pública, v.34, n.4, p.342-47, 2000. (11) BARCELLOS, C.; PUSTAI, A. K.; WEBER, M. A.; BRITO, M. R. V. Identificação de locais com potencial de transmissão de dengue em Porto Alegre através de técnicas de geoprocessamento. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, v.38, n.3, p.246-250, 2005. (12) RIBEIRO, T. F.; LIMA, S. C. Coleta Seletiva de lixo domiciliar - Estudo de caso. Caminhos de Geografia, v.1, n.2, p.50-69, 2000. (13) ROCHA, A. F. S. Determinantes da procura de atendimento de urgência pelos usuários nas unidades de pronto atendimento da secretaria municipal de saúde de Belo Horizonte. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) - Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2005. (14) ROCHA, H. H. P. Educação Escolar e Higienização da Infância. Caderno Cedes, v. 23, n59, p. 39-56, 2003. (15) BASTOS, S.; FELIPE, B.; GOMES, M. L. A Educação Ambiental na prevenção de doenças: levantamento das parasitoses intestinais nos morados da comunidade Jararaca, Bragança - Pará, Brasil. In: VII Congresso de Ecologia do Brasil, 2005, Caxambu - MG. Resumos... Caxambu, 2005.

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