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  Inventário de macroinvertebrados bentônicos no Rio das Pedras Município de Quirinópolis
04/10/2011

RENAN DIAS TENORIO
GO - SANTA HELENA DE GOIAS
O trabalho visa constatar o desequilíbrio ambiental no Rio das Pedras, utilizando bioindicadores de qualidade ambiental. Para isto foram realizadas coletas com coletor de bentos tipo Súrber em três áreas do Rio, em cada área foram amostrados 10 subam

Área(s) de Atuação que o Presente Artigo trata
Biologia
Saúde


UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS

UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE QUIRINÓPOLIS

CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS

 

 

 

 

 

CAMILA FERNANDES SILVA

E

RENAN DIAS TENÓRIO

 

 

 

 

Inventário de macroinvertebrados bentônicos no Rio das Pedras Município de Quirinópolis

 

 

 

 

 

 

 

QUIRINÓPOLIS

Novembro/2010

CAMILA FERNANDES SILVA

E

RENAN DIAS TENÓRIO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Inventário de macroinvertebrados bentônicos no Rio das Pedras Município de Quirinópolis

 

 

 

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Ciências Biológicas da Unidade Universitária de Quirinópolis/Universidade Estadual de Goiás, como pré-requisito para obtenção do título de Licenciado em Ciências - Licenciatura Plena em Biologia, orientado pelo professor Nome do orientador. Ms. Antônio Carlos Agda Novaes.

 

 

 

 

QUIRINÓPOLIS

Novembro/2010

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS

UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE QUIRINÓPOLIS

CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS

 

 

Inventário de macroinvertebrados bentônicos Aquáticos no Rio das Pedras Município de Quirinópolis

 

 

CAMILA FERNANDES SILVA E RENAN DIAS TENÓRIO

 

Trabalho de Conclusão de Curso submetido a Banca Examinadora, escolhida pelos alunos e orientador do Curso de Ciências Biológicas da Unidade Universitária de Quirinópolis, Universidade Estadual de Goiás, como pré-requisito para obtenção do título de Licenciado em Ciências - Licenciatura Plena em Biologia.

 

Banca Examinadora.

 

 

Prof  Ms. Antônio Carlos Agda Novaes

Orientador.

 

 

Prof.a. Juliana

Membro da banca.

 

Profa.Jusciene Bertoldo da Silva

Membro da banca

 

Quirinópolis, novembro de 2010.

Inventário de macroinvertebrados bentônicos no Rio das Pedras Município de Quirinópolis

 

      

         Camila Fernandes Silva  1

                 Renan Dias Tenório 1

           Antônio Carlos Agda Novaes 2

 

RESUMO

O trabalho visa constatar o desequilíbrio ambiental no Rio das Pedras, utilizando bioindicadores de qualidade ambiental. Para isto foram realizadas coletas com coletor de bentos tipo Súrber em três áreas do Rio, em cada área foram amostrados 10 subamostras totalizando uma área de um metro quadrado. Foi determinada a densidade/m2, o índice de diversidade e porcentagem de similaridade de Bray-Curtis  Foram  encontrados organismos pertencentes a táxons como: Coleoptera, Diptera, Chironomidae, Simulidae, Ephemeroptera, Heteroptera, Lepidoptera, Megaloptera, Odonata, Plecoptera e Tricoptera. A maior densidade de organismos encontrada no ponto um com 188 indivíduos, a maior diversidade de organismos foi registrada no ponto dois, seguida pelo ponto três e a menor diversidade foi registrada no ponto. Foi possível verificar que os pontos dois e três apresentam composição da comunidade mais similar entre si.  Neste estudo verificou-se que o ribeirão encontra-se com certa alteração, porém necessita-se mais estudo para verificar o grau dessa alteração.

 

 

Palavrar-chave: bioindicadores, insetos e limnologia

 

[1] Discentes do 4º ano do Curso de Ciências Biológicas da UEG/Quirinópolis

[1] Professor do Curso de Ciências Biológicas da UEG/Quirinópolis. Mestre em Biologia

 

 

 

 

 

 

 

 

1.      INTRODUÇÃO

Os recursos hídricos e sua biota têm sido alterados significativamente em todos os recantos do planeta devido aos múltiplos impactos antrópicos, como uso de agrotóxicos, destruição da flora marginal, da lixiviação do solo, da construção de barragens, lançamento de esgotos e da introdução de espécies exóticas, causando o assoreamento e homogeneização do leito de rios e córregos, e conseqüentemente produzido a diminuição da diversidade de hábitats e microhábitats (CALLISTO et al. 2001; CALLISTO et al., 2002; GOULART e CALLISTO, 2003).

As alterações produzidas na biota aquática trazem consequências também ao homem, como alterações nos regimes hidrológicos aumentam de doenças de veiculação hídrica, contaminação química, erosão e assoreamento impedindo a navegação nos corpos d’água, além de efeitos de bioacumulação e biomagnificação de metais pesados. Todos esses impactos levaram à necessidade de estudos que avaliem a qualidade desses ambientes de forma monitorada, com os chamados, biomonitoramento e a uma reavaliação ecológica do manejo ambiental, permitindo, com isto, tomadas de decisão sobre o uso dos mananciais (SHEPP e CUMMINS, 1997;  POMPEU et al., 2004).

O monitoramento biológico das águas baseia-se em mudanças na estrutura e composição de comunidades de organismos aquáticos, como os macroinvertebrados bentônicos, que têm sido utilizados como indicadores das condições ambientais, pois refletem mudanças na estrutura de comunidades macrobentônicas em uma escala espaciais, sendo assim importantes ferramentas ecológicas em monitoramento de fontes poluidoras ROSENBERG e RESH, 1993; BARBOSA et al., 1997 GALDEAN et al., 2001; COMPIN e CÉRÉGHINO, 2003).

A estrutura das comunidades bentônicas alterna-se de formas complexas e diversas com organismos próprios de águas limpas e, portanto, intolerantes à poluição, até organismos capazes de viver em águas contaminadas, variando como reflexo direto dos efeitos da contaminação doméstica e industrial.  Essas características nos permitem identificar um gradiente de tolerância à poluição nas comunidades bentônicas (WARD, 1992; SANDIN e JOHNSON, 2000;  CALLISTO et al., 2004).

A contaminação das águas no município de Quirinópolis também não e diferente do restante do mundo, ocorrendo à contaminação química, o assoreamento e a eutrofização por fezes de gado e por último vinhoto provindo da destilação do álcool nas usinas canavieiras. Tal processo, aliado a um manejo inadequado do solo, gera desequilíbrio e põem em risco a manutenção do ecossistema aquático (BORGES, 2002).

O Rio das Pedras é o abastecedor hídrico da cidade de Quirinópolis, apresentado problemas de conservação relacionados às atividades econômicas desenvolvidas em áreas de preservação permanente do manancial, com o conseqüente desrespeito às faixas mínimas de proteção previstas pela legislação ambiental, aliada ao manejo inadequado do solo, têm produzido a redução na qualidade e quantidade dos recursos hídricos, pondo em risco a manutenção do ecossistema local e a continuidade do abastecimento público (BORGES, 2002).

Portanto, este trabalho teve como objetivo realizar inventário da fauna de invertebrados bentônicos e constatar a qualidade da água e desequilíbrio ambiental no Ribeirão Rio das Pedras, no município de Quirinópolis no primeiro semestre de 2010, utilizando para isto organismos que são considerados como Bioindicadores, os macroinvertebrados bentônicos.

 

2.     MATERIAL E MÉTODOS

2.1 Localização da Área de Estudo

O presente trabalho foi realizado no Ribeirão Rio das Pedras nos pontos indicados em vermelho (P1, P2 e P3), a 2.000 m a montante da estação de tratamento de água da SANEAGO, Quirinópolis, Goiás, Brasil (Figuras 1 e 2).Este  município (Figuras 1 e 2) está localizado na Microrregião no. 18 da mesorregião Sul Goiana, 55% de sua topografia é plana, 35% é ondulada e 10% é montanhosa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Figura 1 – Localização dos pontos de coleta (P1, P2, e P3), em relação a cidade de Quirinópolis – Goiás, Brasil –  Google Earth - Junho de 2010.

 

 

 

 

 

 

 

 



 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Figura 2 – Localização da Área de estudo (adaptado de BORGES, 2002) – Quirinópolis – junho de 2010.

 

Os solos são muito variados, tendo cores que variam entre vermelho escuro a amarelo são classificados predominantemente como Latossolos seguido dos Argissolos. São bastante porosos e com textura que varia entre média argilosa a muito argilosa. Em relação às características químicas, por serem solos antigos, geralmente são Distróficos, com altos teores de Fe e Al, O pH é ácido,  com poucas áreas naturalmente férteis (ADÁMOLI et. al, 1996). O clima é mesotérmico e subúmido, com temperatura média anual de 21ºC. De maio a agosto verificam-se as temperaturas mais baixas, com média mínima entre 11 e 15oC, e média máxima verifica-se de dezembro à março 25 a 38ºC (BORGES, 2002).

 

 

 

2.2 Amostragens e Analises Estatística

 

As coletas foram realizadas concentradas no mês junho de 2010 em 3 pontos amostrais no Ribeirão Rio  Pedras, (figuras 1, 2, 3 e 4), em 10  suba mostras, para o inventário de macroinvertebrados bentônicos, utilizando-se Coletor Súrber  (Figura 3) (CALISTO, et. al. 2001).

Após lavagem e triagem dos macroinvertebrados bentônicos no laboratório de zoologia da UEG (Universidade Estadual de Goiás) as amostras foram conduzidas ao laboratório de Epidemiologia da Secretaria de Saúde de Santa Helena de Goiás onde foram separados e identificados em grupos taxonômicos (Figura 5).

Os dados obtidos nas coletas foram utilizados para o cálculo dos seguintes parâmetros, índices bióticos: densidade, diversidade de Shannon-Wiener, equitabilidade e análise de agrupamentos pelo coeficiente de similaridade de Bray-Curtis (BEGON, et al., 1990; PINTO-COELHO, 2000).

Os macroinvertebrados coletados foram depositados na Coleção de Referência do departamento de Ciências Biológicas da UEG/Quirinópolis.

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Figura. 3  - .Coletor Súrber, utilizado nas coletas, segundo Calisto et. aL, 2001)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Figura 4 – Pontos onde foram coletadas as amostras de macroinvertebrados bentônicos – Ribeirão rio das Pedras Quirinópolis – junho de 2010



 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Figura 5 – Triagem e identificação de macroinvertebrados bentônicos – no Laboratório de Zoologia da UEG   – Quirinópolis – junho de 2010.

 

 

 

 

3.     RESULTADOS

Nas coletas realizadas no Ribeirão Rio das Pedras foram encontrados 11  táxons de macroinvertebrados bentônicos Coleoptera, Díptera: Chironomidae e Simulidae, Ephemeroptera, Heteroptera, Lepidoptera, Megaloptera, Odonata, Plecoptera e Tricoptera (Tabela 01 e Figuras 08 à 12), sendo que nas áreas P01 e P02 não foram encontrados Lepidoptera, e que a maior densidade de organismos ocorreram com os Tricoptera no ponto 01 (Figura 06)

Fazendo somatória por ponto de coleta, registraram-se na área P01, 188  na P02, 233 e na P03, 252 organismos.O ponto 02 (P2) apresentou a maior diversidade, bem como a maior equitabilidade.

Em relação à análise de grupamento (análise feita entre as áreas), observa-se que o ponto 01 apresentou certa dissimilaridade em relação aos outros dois grupos, agrupando-se totalmente aparte, ao passo que os grupos 02 e 03 apresentaram similaridades correspondentes.

 

Tabela 1 – Abundância de macroinvertebrados bentônicos coletados em 3 (três)  pontos do Ribeirão Rio das Pedras -   Quirinópolis/2010.

GRUPOS

P1

P2

P3

Coleoptera

13

41

23

Diptera

04

02

04

*Chironomidae

28

26

56

*Simulidae

01

15

11

Ephemeroptera

23

67

83

Heteroptera

08

03

03

Lepidoptera

-

-

04

Megaloptera

03

04

02

Odonata

13

11

13

Plecoptera

05

10

04

Tricoptera

90

54

49

TOTAIS/ÁREA

188

233

252

 

 

 

Tabela 2 – Densidade/m2 de macroinvertebrados bentônicos coletados em 3 (três)  pontos no Ribeirão Rio das Pedras – Quirinópolis, junho de/2010.

GRUPOS

P1

P2

P3

Coleoptera

5,2

16,4

9,2

Diptera

1,6

0,8

1,6

*Chironomidae

11,2

10,4

22,4

*Simulidae

0,4

6,0

4,4

Ephemeroptera

9,2

26,8

33,2

Heteroptera

3,2

1,2

1,2

Lepidoptera

0,0

0,0

1,6

Megaloptera

1,2

1,6

0,8

Odonata

5,2

4,4

5,2

Plecoptera

2,0

4,0

1,6

Tricoptera

2,0

4,0

1,6

 

Tabela 3 – Índice de Diversidade de Shannon de e Equitabilidade de artrópodes coletados em 3 (três)  pontos do córrego das Clemências Quirinópolis/2010.

Indice de  Shannon

P1

P2

P3

H'

0,725

0,812

0,788

Hmax

1,000

1,000

1,041

J'

0,725

0,812

0,757

 

Figura 6 – Densidade de macroinvertebrados bentônicos coletados no Ribeirão Rio das Pedras – Quirinópolis – junho de 2010.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Figura  7   % de Similaridade entre áreas do Ribeirão  Rio das Pedras em relação ao número de macroinvertebrados bentônicos coletados – Quirinópolis, junho/2010.

 

 

 



 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Figura 8 – Fotografia de  Heteroptera coletado no Ribeirão Rio das Pedras – Quirinópolis, junho/2010.

 

 



 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Figura 9  – Fotografia de  Ephemeroptera coletado no Ribeirão Rio das Pedras   – Quirinópolis, junho/2010.

 



 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Figura  10 – Fotografia de  Megaloptera coletado no Ribeirão Rio das Pedras  – Quirinópolis, junho/2010

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Figura 11 – Fotografia de  Odonata coletado no Ribeirão Rio das Pedras (Foto: TENÓRIO.e SILVA, 2010)  – Quirinópolis, junho/2010.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Figura 12 – Fotografia de  Tricoptera coletado no Ribeirão Rio das Pedras   Quirinópolis, junho/2010.

 

2.      DISCUSSÃO

 

Segundo CALLISTO et. al, (2001), os macroinvertebrados  bentônicos são usados para avaliar a saúde de riachos, e que a presença, abundância, ou ausência de certos grupos podem detectar variações nos ambientes aquáticos.

Com base nos resultados citados neste estudo, a maior diversidade foi encontrada no ponto 02. Talvez essa diversidade possa ser em função da proximidade com a nascente e do acúmulo de folhas e galhos que podem aumentar o número micro hábitat.

Segundo Pinto-Coetlho (2000), a porcentagem de similaridade de Bray-Curtis, ignora quando uma ou mais espécies estão ausentes, porém é fortemente influenciado quando há espécies dominantes, assim sendo o ponto um deve ter agrupado aparte em número elevado de Trichoptera, provavelmente seja em função deste fator que o ponto um apresentou dissimilaridade com os demais estudados, porém a ausência de Lepdopetra não afetou o índice.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

 

A composição em espécies e a distribuição espaço-temporal dos organismos aquáticos alteram-se ao longo do curso d’água, bem como pela profundidade e distância da margem; essa composição também pode ser alteradas pela ação dos impactos. Quanto mais intensos forem, mais pronunciadas serão as respostas ecológicas dos organismos aquáticos, podendo haver inclusive a exclusão de organismos sensíveis à poluição (como e das formas imaturas de muitas espécies de Ephemeroptera, Plecoptera e Trichoptera.

No estudo desenvolvido observou-se que certo número desses organismos ainda se mantém, naqueles ambientes (Calisto et. al., 2001), porém no estudo ora realizado não se pode indicar o grau de degradação ambiental.

As densidades densidades elevadas de organismos bioindicadores, como os Trichoptera podem indicar boa qualidade do ambiente aquático, porém necessita-se  de estudos mais aprofundados e identificações dos indivíduos pelo ao menos a nível gênero, para constatar melhor este fenômeno.

A alteração observada na composição dos grupos na relação área 01 com as demais, áreas analisadas, contata-se diferença, podendo-se concluir que esses macroinvertebrados bentônicos são úteis como indicadores de mudanças no ambiente.

 

 

 

 

 

 

 

 

REFERENCIAS

 

ADÁMOLI, J. et al. 1986. Caracterização da região dos Cerrados. In: GOEDERT, W. J.  Solos dos Cerrados: tecnologias e estratégias de manejo. São Paulo: Nobel; Brasília: EMBRAPA/CPAC. 

BARBOSA, F. A. R.; et.al. 1997. Imp actos antrópicos e biodiversidade aquática. In: Biodiversidade, população e economia. Belo Horizonte: UFMG/Cedeplar: ECMXC: PADTC/CIAMB,. p. 345-454.

 

BEGON, et. al..  1990. Ecology, individuals, population and communities. 2. ed. Blackwell, Sientific Publications.

BORGES, V. M. S. 2002. Impactos Ambientais do uso e ocupação do solo urbano em Quirinópolis-Go. Dissertação de Mestrado IESA_UFG, Goiânia.

 

CALLISTO, et. al.. 2001. Macroinvertebrados bentônicos como ferramenta para avaliar a saúde de riachos. Revista Brasileira de Recursos Hídricos, 6 (1)71-82.

 

CALLISTO, et.al. 2002. A vida nas águas das montanhas. Ciência Hoje 31 (182): 68-71

CALLISTO, et. al.. 2004. Invertebrados aquáticos como bioindicadores. In: Navegando o Rio das Velhas das Minas aos Gerais. Belo Horizonte : UFMG, v. 1, p. 1-12.

 

COMPIN, A. & CÉRÉGHINO, R. 2003. Sensitivity of aquatic insect species richness to disturbance in the Adour–Garonne stream system (France). Ecological Indicators, v. 3, p. 135-142,.

 

GALDEAN, et. al, F. 2001. Biodiversity assessment of benthic macroinvertebrates in Altitudinal lotic ecosystems of Serra do Cipó (MG-Brazil). Brazilian Journal of Biology, v. 61, n. 2, p. 239-248,

GOULART, M.D. & CALLISTO, M. 2003. Bioindicadores de qualidade de água como ferramenta em estudos de impacto ambiental. Revista FAPAM.

PINTO-COELHO, R. M. 2000. Fundamentos em Ecologia. Artmed, Porto Alegre, p. 121.

POMPEU, et. al, M. The effects of urbanization on biodiversity and water quality in the Rio das Velhas, Brazil. American Fisheries Society, 2004. (In press).

 

ROSENBERG, D. M.; RESH, V. H. 1993. 2000. Freshwater biomonitoring and benthic macroinvertebrates. New York: Chapman & Hall, 488 p.

 

SANDIN, L.; JOHNSON, R. K. 2000. The statistical power of selected indicator metrics using macroinvertebrates for assessing acidification and eutrophication of running waters. Hydrobiologia, v. 422/423, p. 233-243,

 

SHEPP, D. L.; CUMMINS, J. D. 1997. .Restoration in an urban watershed: Anacostia River of Maryland and the district of Columbia. In: WILLIAMS, J. E.; WOOD, C.A.; DOMBECK, M. P. (Ed.). Watershed restoration: principles and practices. Bethesda: American Fisheries Society, p. 297-317.

 

WARD, J.V. 1992. Aquatic insect ecology. New York: John Wiley. v.1. Biology and habitat, 438 p.

 

 

 


RENAN DIAS TENORIO
GO - SANTA HELENA DE GOIAS

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