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23/10/2012  Educadores Ambientais traçam Metas de Desenvolvimento para a Bacia do Paraná 3 pós Rio+20
ANNE STELLA PERILLI FURTADO
PR - FOZ DO IGUAÇU

Essa ação faz parte do Programa de Educação Ambiental da Itaipu Binacional, no contexto do Cultivando Água Boa, desenvolvido nos 29 municípios da BP3.

Durante os meses de julho e agosto a Nativa Socioambiental mediou o 3º encontro de 2012 do Programa de Formação de Educadores Ambientais – FEA na Bacia do Paraná 3. O encontro teve como objetivo abordar as metas de desenvolvimento sustentável pós Rio+20 no contexto da Bacia do Paraná 3.
Nos três núcleos formativos que receberam o encontro – Cascavel, Foz do Iguaçu e Marechal Cândido Rondon – participaram aproximadamente 200 pessoas, que dialogaram e delinearam 84 metas para a BP3, a partir da análise do Documento Oficial da Rio+20, resultante da Conferência “O Futuro que Queremos”.

Por Assessoria do Jornal O Presente Digital

Avaliar as ações desenvolvidas, mas principalmente traçar as metas de sustentabilidade pós Conferência Rio+20, foram à tônica dos encontros setoriais realizados com os educadores ambientais dos 29 municípios da Bacia do Paraná, parte três, nos dias 20 de julho em Santa Tereza do Oeste, 27 em Pato Bragado e, no dia 3 de agosto em Missal.
De forma dinâmica e interativa, os participantes (divididos de acordo com seus núcleos), tiveram a oportunidade de ouvir o relato das pessoas que estiveram na Conferência das Nações Unidas Sobre Sustentabilidade, a partir da formação de mesas de diálogos, bem como participar da dinâmica em grupos, com a leitura do documento oficial da Rio+20.
De acordo com a coordenadora dos encontros e gerente de Educação Ambiental da Itaipu, Leila Alberton, as diretrizes delineadas no documento oficial serão adaptadas à realidade local e deverão nortear a definição de metas que serão colocadas em prática na região.
“Os encontros foram muito positivos pelo fato de pararmos e aprofundarmos os temas trabalhados. Conseguimos avaliar em conjunto todas as ações, mas principalmente, elencamos as necessidades e pontuamos o que podemos avançar ainda mais”.
Ela citou a colcha de retalhos, construída a partir dos sonhos e desejos dos moradores da região, como o ponto forte de representatividade da bacia na Rio+20. “Sem dúvida alguma foi um dos símbolos mais marcantes, em vários momentos. A nossa colcha representa união, força e o comprometimento de um povo que sabe fazer a diferença”, avaliou.
Presente em todos os encontros, o diretor de Coordenação e Meio Ambiente da Itaipu, Nelton Friedrich, contribuiu com os temas que compuseram as questões ligadas ao resultado da conferência, bem como a avaliação da participação do Programa Cultivando Água Boa em 44 momentos na Rio+20.
“Nós cantamos a nossa aldeia, nós cantamos a BP3 na Rio+20”, disse Friedrich ao destacar a relevante representatividade dos moradores da região no evento. “Cumprimos o nosso papel e voltamos para casa com uma missão ainda mais latente: a de continuarmos sendo os protagonistas da nossa história, em cada município”.
O coordenador da Rede de Educação Ambiental Linha Ecológica, Mauri Schneider avalia a pós Rio+20 como um momento de reflexão necessário para que novos projetos ganhem vida. “Voltamos repletos de desafios e estratégias que certamente colocaremos em prática”.

Diálogos
Entre os convidados que fizeram parte das mesas de diálogos e compartilharam as impressões obtidas na Rio+20, esteve Fabiano Carlos Cassimiro, de Nova Santa Rosa, integrante do movimento “Juventude Teia dos Sonhos”.
Segundo ele, a participação dos jovens resultou na produção de um relatório de 33 páginas, contendo avaliações e iniciativas que serão colocadas em prática na região. “Uma das metas é fortalecer o nosso movimento e fazer com que os jovens da cidade e do campo valorizem o seu espaço e permaneçam de maneira criativa, atuando em seus municípios”.
A gestora de educação ambiental e coordenadora da Sala Verde Ecovida de Medianeira, Lusiani Zanuzo, de Medianeira, esteve presente em vários momentos da Rio+20, e chegou a conclusão de que o evento não pode ser considerado um ponto de chegada, mas um momento de construção.
Dentro do calendário de atividades, ela destaca a participação no evento Mesa de Experiências Exitosas da BP3. “Esse momento foi muito importante pelo fato de podermos mostrar nossas experiências, compartilhar”.
Da equipe da Itaipu Binacional, participaram da mesa, o coordenador do projeto Coleta Solidária, Luiz Carlos Matinc, que abordou a participação efetiva do Movimento Nacional dos Catadores, bem como a atuação dos 22 catadores do Paraná nos diálogos e debates da categoria.
A engenheira agrônoma, Liziane Kadine também fez parte dos encontros e falou sobre os trabalhos direcionados à agricultura familiar e orgânica realizados por Itaipu, que foram apresentados na Rio+20.
O coordenador do projeto de Plantas Medicinais do Programa Cultivando Água Boa, Altevir Zardinello, focou no trabalho com as plantas medicinais. Os trabalhos desenvolvidos na região da BP3 ficaram expostos no Pier Mauá, atraindo a atenção de milhares de visitantes. “Deixamos

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ANNE STELLA PERILLI FURTADO
PR - FOZ DO IGUAÇU

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