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11/08/2011  Linfoma não Hodgkin

Essa semana tivemos uma noticia de um ator que foi internado com diagnostico de linfoma não Hodgkin.
Linfoma não Hodgkin é uma neoplasia do sistema linfático, na qual as células linfáticas começam a se modificar, multiplicando-se sem controle e formando tumores. O linfoma não Hodgkin pode ser indolente (de crescimento lento), agressivo (de crescimento rápido) ou possuir características de ambos os tipos. O linfoma de células B é o tipo mais comum e o linfoma de células T, o menos comum. Devido à existência de vários tipos e subtipos de linfoma, é muito importante saber o diagnóstico correto.
A incidência do linfoma não Hodgkin aumenta progressivamente com a idade. Em torno de quatro casos/100 mil indivíduos ocorrem na faixa dos 20 anos. A taxa de incidência aumenta até dez vezes, passando para 40 casos/100 mil indivíduos com 60 anos, e mais de 20 vezes, chegando a 80 casos/100 mil indivíduos após os 75 anos.
Pessoas infectadas pelos vírus HIV, Epstein-Barr, HTLV1 e pela bactéria Helicobacter Pylori (que causa úlceras gástricas) apresentam maior risco de desenvolver linfoma. A exposição a componentes químicos de herbicidas e pesticidas também está associada a sua ocorrência, assim como a exposição à radiação.
Os sintomas mais comuns do linfoma não Hodgkin são o aumento do tamanho dos linfonodos do corpo, sobretudo em locais como axilas, pescoço e região inguinal. E, ainda, a presença de sudorese excessiva à noite, febre, perda de peso súbita e prurido (coceira na pele).
O tratamento depende do tipo do linfoma, do estágio e do estado de saúde geral da pessoa. Em pacientes idosos, com linfoma indolente e sem qualquer sintoma da doença, pode estar indicado um seguimento rigoroso sem que seja iniciado tratamento imediato, salvo em progressão de doença e início de sintomas. A quimioterapia é, na maioria das vezes, o tratamento primário da doença. A radioterapia pode algumas vezes ser empregada após ou durante a quimioterapia em pacientes com doença em estágio inicial ou que apresentem linfonodos muito aumentados. Um anticorpo monoclonal (Rituximab) é empregado no tratamento de muitos linfomas não Hodgkin CE células B e, em conjunto com a quimioterapia, representa um dos grandes avanços no tratamento. Em alguns pacientes, utilizase a quimioterapia em altas doses, com resgate de células-tronco, também chamada Transplante Autólogo de Medula Óssea. Os efeitos colaterais do tratamento podem ser prevenidos ou manejados por seu oncologista, com a ajuda de sua equipe médica.
Esse texto tem caráter somente informativo, já que o ator Reynaldo Gianecchini é popular  e toda mídia estará noticiando.
Fonte: Centro de Combate ao Câncer.
Luiz Alberto Fonseca Brinque
CRBio:23.169

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